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A Arte do Origami como recurso pedagógico

A oficina tem como principal objetivo incentivar o uso de técnicas relacionadas ao origami e às dobraduras em sala de aula. Por meio dessa abordagem, é possível incrementar as aulas das diferentes áreas do conhecimento, uma vez que estimula o aprimoramento de habilidades como paciência, criatividade, conhecimento matemático, coordenação motora e auto-conhecimento. Ao longo de uma semana, serão trabalhadas algumas formas básicas do origami, levando à construção de objetos e animais variados. Além desses, também serão construídos sólidos geométricos que, associados aos animais, culminam na criação de móbiles diversos.

Caroline Mendes dos Passos é mestre em Educação pela Faculdade de Educação da UFMG. Com formação na área da Educação Matemática, atua junto à instrução de professores dos diferentes níveis de ensino e desenvolve atividades relacionadas ao origami e às dobraduras há 8 anos.

Monique Rafaella Anunciação é licenciada em Matemática pela Universidade Federal de Ouro Preto. Trabalhou como monitora no Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas em Educação Matemática – NIEPEM/UFOP nos anos de 2006 e 2007, ministrando diversas oficinas para alunos e professores da região.


Vagas: 20
Realização: 14 a 18 de julho – das 9h às 12h
Carga horária: 15 horas
Público-alvo: professores de todos os níveis de ensino, interessados no uso do origami (dobraduras) em sala de aula.
Material do aluno: fornecido pela organização do Festival
Valor da inscrição: R$ 30,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 22,00
Local: Núcleo de Arte da FAOP – Praça Antônio Dias, 80 – Ouro Preto

A Banda na Música Popular Brasileira

Essa oficina pretende oportunizar aos participantes a prática da construção de um repertório essencialmente brasileiro. A oficina se dividirá em três áreas: sopros palhetas, sopros bocais e percussão. A idéia é refletir sobre questões técnicas, arranjo coletivo e prática em conjunto. A oficina culminará em um grande cortejo pelas ruas de Mariana e Ouro Preto, respectivamente nos dias 26 e 27 de julho.

Sérgio Danilo é músico profissional, saxofonista, flautista, clarinetista, percussionista e produtor musical. Tem a sua formação ligada à Corporação Musical Sesiminas. Sérgio Danilo já dividiu palco com grandes artistas mineiros, como Vander Lee, Gabriel Guedes, Zebetto Corrêa, Ângela Evans, dentre outros. É integrante do Clube do Choro de Belo Horizonte, fundado há 26 anos.

Leonardo Brasilino iniciou suas atividades musicais na Banda de Música Antônio Tibúrcio Henriques com o maestro Paulo Eugênio em Santa Luzia/MG, já tendo trabalhado também com as bandas de música das cidades de Florestal e Mateus Leme. Formado em 2002 no Centro de Formação Artística – Palácio das Artes como Técnico Profissionalizante em Trombone, teve como professores Wagner Mayer (1º trombone da OSMG e ex-trombonista da banda Skank) e Hélio Azevedo da Silva (2º trombone da OSMG), ambos alunos do professor Paulo Roberto Lacerda na UFMG.  É integrante do Coral de Trombones da UFMG desde 2000 e associado na ABT (Associação Brasileira de Trombonistas). Em 2007, bacharelou-se em trombone na UFMG, tendo, a partir de então, intensa atividade nos grupos instrumentais, como as Orquestras Sinfônicas e Bandas Sinfônicas, e na Gerais Big Band, além de estudar e apresentar  programas solos do gênero erudito. Em 2006, foi vencedor do prêmio Jovens Solistas, realizado pela escola de música da UFMG. Foi vencedor também do prêmio BDMG Instrumental 2008 na categoria de Melhor Músico Acompanhante. É professor de trombone, bombardino e tuba na Secretaria de Cultura de Santa Luzia – MG, tendo como alunos músicos das bandas de música da cidade.

Gustavo Grieco é bacharel em Percussão pela Universidade Federal de Minas Gerais. Iniciou seus estudos em 1992 com o professor Dudu Batera, estudando também com André “Limão” Queiroz e Mário Castelo. Participou de várias oficinas, inclusive do Grupo Uakti e também integrou o Grupo de Percussão da UFMG. Participa como baterista dos grupos “The Jingles” (Musica cênico-performática) e “Senta a Pua!” (samba de gafieira), além da Orquestra Ouro Preto e do Grupo Jacubas e Mocotós. Atua como professor de bateria no CMI (Centro de Musicalização da UFMG) e é professor de música do Instituto Neusa Rocha.

Vagas: Ouro Preto:15 sopros paletas – 15 sopros bocais – 10  percussão
              Mariana: 15 sopros paletas – 15 sopros bocais – 10 percussão
Realização: 14 a 18 e de 21 a 25 de julho – Ouro Preto: das 18h às 21h
                                                                                Mariana: das 14h às 17h 
                                                                               
Carga horária: 30 horas
Público-alvo: músicos de sopros e percussão
Material do aluno: instrumento, caderno pautado, lápis e borracha
Valor da inscrição: R$ 30,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 15,00
Locais: Escola Estadual Dom Veloso – Ouro Preto e
               Instituto de Ciências Humanas e Sociais-ICHS/UFOP – Rua do Seminário s/nº - 
               Centro – Mariana
Mostra final: grande cortejo pelas ruas das cidades: dia 26 de julho em Mariana e dia 27 de julho em Ouro Preto

A Nobre Arte do Palhaço - Aperfeiçoamento

“O coração do palhaço é uma flor e o palhaço nasceu para doar essa flor para o mundo”. A oficina não aborda o palhaço a partir da perspectiva do circo ou do teatro e sim sob a sua condição de arquétipo de humanidade. O arquétipo do palhaço encerra a luta entre “autoridade e rebeldia”, pois, desde que o homem passa a viver em sociedade, vive o eterno conflito entre “ser quem realmente se é ou aquilo que querem que você seja”. Por isso, a maior expressão dessa arte está nas duplas O gordo e o magro, Dedé e Didi, Jerry Lewis e Dean Martin e outros. Sempre um idiota e um sério (não menos idiota). Márcio Libar considera o palhaço sob o signo do perdedor, daquele que perdeu para o sistema. O nariz do palhaço é vermelho, porque com o tempo de choro, álcool e quedas de cara no chão o nariz fica vermelho. Suas calças e sapatos são grandes porque não lhe pertenciam. O palhaço é aquele que perdeu a dignidade, porém, só quem a perdeu totalmente é que pode atingir uma outra condição de dignidade, que só emerge a partir da aceitação de sua condição de perdedor sem mágoas ou ressentimentos, sem autopiedade e sem culpar ninguém pelo seu fracasso. Ele se supera quando ri de si mesmo. O riso sobre o palhaço não é o riso da chacota ou do deboche; o riso, nesse caso, é a aceitação pública. A oficina se propõe a colocar o indivíduo em contato com suas perdas, a fazer com que ele entenda que é, de fato, um idiota e precisa aceitar essa condição em si, rir disso e oferecer esse ridículo generosamente ao mundo. O palhaço é “o idiota” e é feliz nesse mundo justamente por ser “o idiota”, por não fazer parte do mundo dos que se arrogam ser mais inteligentes e espertos que os outros. É um processo bastante divertido e, em certa medida, difícil, pois o primeiro contato com as fragilidades e as fraquezas é, de fato, doloroso, até que o indivíduo as aceite; é como diz o velho ditado: “Ri melhor, quem ri de si”.

Márcio Libar é idealizador e fundador do Teatro de Anônimo, onde atuou por 18 anos e foi diretor nos primeiros sete. Concebeu o evento “Anjos do picadeiro – Encontro Internacional de Palhaços”. Em 2003 e 2004, foi agraciado com a Bolsa Vitae de Artes, que lhe permitiu a criação do Ateliê de Comicidade e que possibilitou a sistematização do seu processo criativo em torno da arte da palhaçaria. Também em 2004, criou o Projeto Mundo ao Contrário, que dá suporte a todos os seus projetos desde então. Considerado um dos palhaços mais importantes do Brasil na atualidade, seu trabalho como artista vai além da exploração da cena como ator. Há também o aspecto didático e pedagógico que contribui para o aprimoramento técnico dessa arte. Sua oficina vem atraindo atores profissionais e iniciantes, além de artistas de vários segmentos das artes cênicas no País. Está envolvido com o lançamento nacional de seu primeiro livro “A nobre arte do palhaço”, que trata de seu aprendizado como palhaço dando conta de importantes personagens dessa cena. Com 21 anos de trabalho com teatro de rua circense, sempre buscou o equilíbrio entre a comédia falada e a comédia física no aprimoramento de seu ofício como brincante popular.  É sobre esse aparato técnico que procura imprimir seu pensamento, sua filosofia, sua ética, sua estética e sua reflexão sobre a sociedade e a arte contemporânea.

Vagas: 20
Período: 22 a 25 de julho – das 9h às 13h
Carga horária: 16 horas
Público-alvo: atores e não atores
Material do aluno: roupa confortável
Valor da inscrição: R$ 50,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 38,00
Local: Escola de Minas – Sala 18 – Praça Tiradentes, 20 – Ouro Preto

A Presença Cênica: Um jeito de fazer tradicional e contemporâneo

A oficina trabalha a presença cênica, esse “estar presente” que amplia o fazer – seja ele teatral, musical ou de dança – e  possibilita que algo aconteça, de fato, entre o artista e o público. A base do trabalho são alguns princípios fundamentais encontrados num “jeito de fazer” comum às tradições populares, tais como a música, a pulsação e o ritmo como mobilizadores da dança e do fazer teatral; a superação da barreira do físico; e a repetição. O treinamento energético, desenvolvido pelo grupo Lume Teatro, é uma das ferramentas utilizadas e permite trabalhar, sempre no trilho dos princípios citados, a essência pessoal de cada um, peça fundamental no fazer contemporâneo.

Helder Vasconcelos é músico, ator e dançarino, formado nas tradições do Cavalo Marinho (teatro popular, tradicional da Zona da Mata Norte de Pernambuco) e do Maracatu Rural (cortejo ligado ao carnaval pernambucano). É um dos fundadores do grupo musical Mestre Ambrósio, com quem trabalhou por onze anos; tocou nos principais palcos no Brasil e no exterior e gravou três cds. Estuda a arte do ator com o grupo Lume Teatro, de Campinas-SP. Desse contato, surgiu a direção de sua primeira montagem teatral, “Espiral brinquedo meu”, assinada por Carlos Simioni, Renato Ferracini e Ana Cristina Colla. Seu segundo solo, “Por si só”, foi contemplado pelo “Projeto Rumos de Dança Contemporânea”, do Instituto Itaú Cultural e dirigido por Armando Menicacci, especializado em dança e novas tecnologias. Participou de festivais e projetos de dança, teatro e música no Brasil, Europa, Estados Unidos e Japão. Recentemente, fez sua estréia no cinema, no longa-metragem “O homem que desafiou o diabo”, no papel do “Cão Miúdo”. Coordena, em Recife-PE, um grupo de pesquisa, ensino e criação em artes cênicas.

Vagas: 20
Realização: 14 a 18 de julho – das 9h às 13h
Carga horária: 20 horas
Público-alvo: músicos, atores, dançarinos e interessados em artes cênicas e tradicionais
Material do aluno: roupas leves e confortáveis
Valor da inscrição: R$ 40,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 30,00
Local: sala 49 da Escola de Minas - Praça Tiradentes – Ouro Preto

Aleijadinho: O Artista, o mito e o legado cultural

Primeiramente, essa oficina transmitirá aos participantes noções básicas de patrimônio, sua importância e os meios de preservá-lo. Posteriormente, discutirá sobre a vida e a obra de Aleijadinho, fundamentando-se, principalmente, no resultado da exumação feita dos restos mortais do artista, e sobre seu principal trabalho: a Igreja São Francisco de Assis. Serão também apresentados ao público a técnica de trabalhar o cedro e a pedra-sabão, principais matérias-primas usadas por Aleijadinho, como também o novo projeto museológico e museográfico do Museu Aleijadinho, realizado em 2007.

Equipe do Museu Aleijadinho, Ouro Preto – João Benigno Soares Torres e Tiago Siqueira Reis, estudantes de Turismo e estagiários no Museu Aleijadinho; André Castanheira Maia, historiador; Dr. Geraldo Barroso, médico dermatologista que participou da exumação dos restos mortais de Aleijadinho e escreveu um livro sobre o assunto; Wanderson Parma Marçal (Tuca), escultor em Ouro Preto; Raphael A. Barbosa Simões, turismólogo, assessor do Museu Aleijadinho.

Vagas: 25
Realização: de 15 a 18 de julho – das 13h às 17h
Carga horária: 16 horas
Público-alvo: educadores, estudantes de nível médio, universitários, profissionais de turismo, comunidade em geral
Material do aluno: caneta
Valor da inscrição: R$ 30,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 22,00
Local: Igreja das Mercês e Perdões, Museu Aleijadinho e Igreja São Francisco de Assis – Ouro Preto

1º dia - Museu do Aleijadinho - Igreja Nossa Senhora da Conceição

Aleijadinho: Projeções no Tempo e no Espaço

Proposta multimidiática constituída de desenho, site-specific, performance, escultura e vídeo-instalação. A partir da iconografia do mestre Antônio Francisco Lisboa, possibilitar o desenvolvimento do pensamento plástico que exceda as técnicas tradicionais de representação, apropriando de imagens com ampliação das escalas e os suportes não-convencionais para pensar as passagens entre a bi e a tridimensionalidade e as intervenções urbanas no espaço público. É também proposta estimular novos olhares para a arquitetura das cidades históricas, para além de um registro de um modo de vida passado, “organismo vivo” passível de resignificações. A oficina contará com a participação do professor e mestre em iconografia Alex Bohrer durante visita orientada à Igreja São Francisco de Assis, Igreja do Carmo e Igreja Bom Jesus do Matozinhos, que guardam significativas obras do mestre Aleijadinho em Ouro Preto.

Michelle Campos é graduada em Artes Plásticas pela Escola Guignard–UEMG, Belo Horizonte, com bacharelado em Fotografia e Serigrafia. Possui especialização Lato sensu em Artes Plásticas e Contemporaneidade pela mesma universidade.  É professora da Escola de Arte Rodrigo Melo Franco de Andrade–FAOP e graduanda do curso de Letras da UFMG.

Fernando Ancil é graduando em Desenho pela Escola de Belas Artes–UFMG, Belo Horizonte, técnico em Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis pela EARMFA–FAOP. É professor da Escola de Arte Rodrigo Melo Franco de Andrade– FAOP e cenógrafo.

Vagas: 20
Realização: 21 a 25 de julho – das 9h às 12h e das 14h às 17h
Carga horária: 30 horas
Público-alvo: artistas e pessoas acima de 18 anos, interessados em participar da execução de um projeto que envolve várias linguagens, com foco em Artes Visuais
Material do aluno: fornecido pela organização do Festival
Valor da inscrição: R$ 25,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 20,00
Local: Núcleo de Arte da FAOP – Praça Antônio Dias, 80 – Ouro Preto

Autos Populares

A proposta da oficina é a criação de um auto popular, tendo como ponto de partida elementos básicos de diferentes autos tipicamente brasileiros: a quadrilha, os cordões de bichos, a congada e o bumba-boi. Ou seja, a intenção é povoar o imaginário do público, tendo como ferramenta recursos culturais do povo brasileiro: seus sons, personagens, histórias e imagens. Nessa oficina, o processo de concepção de um auto popular será forjado através de uma construção coletiva que inclui a composição das toadas, a aprendizagem de toques e batuques, a construção dos bonecos, cenários, adereços e a manipulação e construção de instrumentos musicais com materiais de reciclagem.

O Grupo Mundaréu é formado por Itaercio Rocha, Melina Mulazani, Thayana Barbosa e Daniella Gramani e se dedica à pesquisa e à troca de experiências com a cultura popular. Em 1998, estreou seu primeiro show, “Cutuca Rapaziada”. Montou “Guarnicê, uma singela opereta popular", baseada nas formas de bumba-boi. Gravou 3 CDs: “Guarnicê”, “Embala eu” e “Cortejo natalino”. Também em 2008, lançou o seu 1º DVD “As aventuras da viúva alucinada”, estudo elaborado a partir do “Mamulengo” homenageando o Mestre Januário de Oliveira. A atual proposta do grupo é a busca da concretização de um espaço dedicado à cultura popular brasileira, de forma que esta possa tornar-se base para futuras criações, grupos e pesquisadores.

Pedro Solak é arte-educador e músico percussionista, formado pela Faculdade de Artes do Paraná. Desenvolve há 12 anos o estudo da cultura popular brasileira e integrou o Grupo Mundaréu e a banda Badulaque. Faz parte do Boizinho Faceiro além de coordenar os grupos Caraxalê e Voa Voa, grupos que praticam e estudam os ritmos brasileiros. Participa também do bloco pré-carnavalesco de Curitiba Garibaldis & Sacis.

Vagas: 30
Realização: 14 a 18 de julho – das 14h às 18h
Carga horária: 24 horas
Público-alvo: estudantes de música, teatro, dança e interessados em geral
Material do aluno: roupas apropriadas para o trabalho com o corpo, sucatas de todo o tipo (papelão grosso, tipo bobina de tecidos, garrafas pet, latas, potinhos de filme fotográfico, copos de iogurte, leite fermentado, etc.)
Valor da inscrição: R$ 40,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 30,00
Local: Escola Estadual Dom Veloso – Ouro Preto
Mostra final: 19 de julho

 

Berimbaus: História, Lutheria e Toques

Através dessa oficina, tentar-se-á esclarecer um pouco sobre a origem, a história e o uso do berimbau. O berimbau é um arco musical, instrumento de corda, e, de acordo com o Harvard Dictionary of Music, várias formas podem ser encontradas no mundo, incluindo Novo México, Patagônia, África Central, África do Sul e Brasil. A oficina pretende tratar dos aspectos históricos, práticos, filosóficos, culturais e religiosos em que aparece o berimbau no Brasil. Esse instrumento é associado à prática de capoeira, mas, no século XVII, foi usado pelos vendedores ambulantes e depois incorporado à capoeira, sendo objeto de estudo de várias instituições de ensino e utilizado em vários segmentos da música brasileira, mantendo, assim, uma sólida autenticidade. A oficina será dividida em 2 módulos:
1ª Semana: Processo Histórico e Construção – 2ª Semana: Contextualização e Toques

Kalungue é natural de Ouro Preto e iniciou suas atividades na capoeira em 1983; desde então, vem atuando no resgate e na difusão da cultura afro-brasileira. Teve sua formação na Associação Desportiva e Cultural Cativeiro da Capoeira, presidida pelo mestre Miguel Machado, a qual tem sede nacional e internacional em Ilhéus-BA; mais tarde alcançou a graduação de contramestre. Com mais de 25 anos dedicados à arte de capoeira, ministra aulas e oficinas em diversas instituições como UFOP, CEFET-OP, rede Salesianos, escolas da rede municipal, além de desenvolver diversos projetos culturais, como Escola Cidadã, Casa do Negro, dentre outros. Tem a sua trajetória marcada por participações em diversos eventos de alcance nacional e internacional como percussionista sempre avivando a figura do berimbau em tais eventos.

Batata é natural de Ouro Preto, iniciou suas atividades na capoeira em 1978 e, desde então, vem representando a capoeira através da Associação Desportiva e Cultural Cativeiro de Capoeira, presidida pelo mestre Miguel Machado. Graduado como contramestre, vem desenvolvendo atividades voltadas para a prática, o ensino e o resgate da tradição da capoeira em diversas instituições de ensino. Participou também de diversos eventos culturais como percussionista com ênfase no instrumento berimbau.
 
Vagas: 40
Realização: 14 a 18 e de 21 a 25 de julho – das 18h às 21h
Carga horária: 30 horas
Público-alvo: interessados em geral
Material do aluno: caderno para anotações, lápis e borracha
Valor da inscrição: R$ 40,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 30,00
Local: Escola Estadual Dom Velloso – Ouro Preto
Mostra final: 27 de julho, com grande berimbalada pelas ruas do centro histórico


Bordando Iconografias de Aleijadinho

A oficina tem como objetivo despertar interesse por novas possibilidades de interpretação e de releitura iconográfica da obra de Aleijadinho, numa linguagem contemporânea bordada em diferentes tipos de tecidos e linhas; apresentar alternativas no caminho do bordado, tendo como eixo condutor a reflexão sobre as obras de artistas contemporâneos, como Artur Bispo do Rosário, Leonilson, Miriam Schapiro, Jorge Fonseca, etc.
A oficina contará com a participação do professor e mestre em iconografia Alex Bohrer durante visita orientada à Igreja São Francisco de Assis, Igreja do Carmo e Igreja Bom Jesus do Matozinhos, que guardam significativas obras do mestre Aleijadinho em Ouro Preto.

Ana Célia Teixeira é graduada e pós-graduada em Artes Plásticas na Escola Guignard–UEMG, Belo Horizonte. É professora da Escola de Arte Rodrigo Melo Franco de Andrade–FAOP e consultora de artesanato e cultura popular do Projeto Resgate Cultural–FAOP.

Vagas: 15
Realização: 21 a 25 de julho – das 13h às 18h
Carga horária: 25 horas
Público-alvo: interessados em geral, maiores de 16 anos
Material do aluno: fornecido pela organização do Festival
Valor da inscrição: R$ 30,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 22,00
Local: Núcleo de Arte da FAOP – Praça Antônio Dias, 80 –  Ouro Preto

 

Brincando com o Palhaço
A proposta é disponibilizar às crianças um espaço cênico de brincadeira, inserir o jogo do palhaço e convidá-las ao picadeiro, “lugar de palhaço”. Através de figurinos, maquiagem, nariz de palhaço, objetos, música, ambientação do espaço e brinquedos do folclore, criar o ambiente do jogo.

Jô Alves é atriz, palhaça e cantora; trabalhou com os grupos Stronzo, Incrível Banda e Circovolante, desenvolvendo pesquisa na linguagem da rua, do circo e do palhaço. Em 2002, cria a Lunática, donde partiram as montagens “Reinações”, “Osquindô”, “Fabulosos”,  “Meninos e monstros”, “Roda do riso e Todo mundo do mundo”. Compõe a Banda Osquindô e participa da criação musical e de arranjos além de ministrar oficinas nas áreas de circo e palhaço.
 
Paulo Santana é integrante dos grupos Circovolante, Angu, Feijão e Couve e Banda Osquindô; além de contra-baixista, atua na composição de trilhas para espetáculos, pesquisa musical, criação musical e de arranjos.
 
Maria Alice Almeida Gallo é graduanda em Pedagogia, artista plástica e arte-educadora; desenvolve trabalhos de criação de figurinos, adereços e cenários para grupos artísticos, além de lecionar para crianças na Escola Infantil Prisma, em Mariana.


Vagas: 15
Realização: 21 a 25 de julho – das 14h às 17h
Carga horária: 15 horas
Público-alvo: crianças de 5 a 7 anos
Material do aluno: roupas confortáveis que permitam a realização de movimentos
Valor da inscrição: R$ 40,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 30,00
Local: Espaço Lunática – Rua do Comércio, 570 – Passagem de Mariana
Cinema de Animação: Brinquedos óticos
A Oficina de Cinema de Animação propõe um espaço onde os participantes possam entrar em contato com o cinema de animação, sua teoria e fundamentos básicos. Serão apresentados, além do conteúdo teórico embasado em exibições de filmes e material audiovisual referente ao assunto, exercícios em que o aluno entrará em contato com a imagem seqüencial desde sua confecção através de brinquedos óticos: o taumatrópio; o folioscópio e o flip-book livros de animação.

Gabriel Almeida Albuquerque é graduado em “Cinema de animação” pela EBA – Escola de Belas Artes – da UFMG – BH, em 2002.  Já realizou animações, participou de mostras e festivais de cinema, além de exposições coletivas como ilustrador e pintor. Atualmente professor substituto do Centro de Artes Visuais da Universidade Federal do Espírito Santo – UFES, e trabalha como animador e ilustrador.

Vagas: 20
Realização: 21 a 25 de julho – das 13h às 17h
Carga horária: 20 horas
Material do aluno: fornecido pela organização do Festival
Publico alvo: crianças de 10 a 16 anos
Valor da inscrição: R$ 30,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 22,00
Local: Escola Estadual Dom Pedro II – Ouro Preto
Colônia de Férias para jovens cientistas

Assuntos como o Sistema Solar, a identificação do céu, a dobradura de papéis gerando figuras sólidas, a formação dos minerais, rochas e a geração de pigmentos para tintas e os processos básicos que originam os fósseis serão expostos em breves apresentações (animação breve ou conversa participativa em que as crianças explicitam as suas concepções sobre o assunto), abordando sobre como a humanidade conseguiu as informações sobre o universo e o nosso planeta. Então, passa-se para a realização das atividades lúdicas (construção de modelos, equipamentos simples e de modelagem com argila), com o objetivo de propiciar condições e meios de análise e síntese de alguns conceitos científicos. Os modelos construídos pelas crianças poderão ser levados para a casa. Também serão realizadas atividades de campo, como observação do céu ao telescópio e identificação das principais constelações, desde que as condições climáticas sejam propícias.

Antônio Luciano Gandini é doutor em Mineralogia, professor do Departamento de Engenharia Geológica da UFOP, diretor do Museu de Ciência e Técnica da UFOP e coordenador de projetos do museu junto ao CNPq e à Fapemig.

Gilson Antônio Nunes é especialista em Ensino de Astronomia, mestre em Meteoritos, coordenador de Astronomia do Museu de Ciência e Técnica da UFOP e coordenador e professor dos Cursos Seqüencial e de Especialização em Ensino de Astronomia da UFOP.

Sione Galvão é bibliotecária da Biblioteca de Obras Raras da Escola de Minas, coordenadora do Laboratório de Restauro e Conservação de Papel e do Arquivo Permanente da Escola de Minas na Universidade Federal de Ouro Preto.

Maria Paula Delicio é doutora em Educação, especialista em educação em museus, professora do Departamento de Engenharia Geológica e coordenadora do Laboratório de Ensino de Ciências do Museu de Ciências e Técnica da UFOP.

Roseli de Alvarenga Correa é doutora em Educação Matemática, professora do Departamento de Matemática da UFOP, coordenadora do Laboratório de Educação Matemática e de diversos projetos de extensão.

Caroline Mendes dos Passos é especialista em Educação Matemática, professora do Departamento de Matemática da UFOP e coordenadora de diversos projetos de extensão.

Vagas: 15
Realização: 14 a 18 de julho – das 13h às 17h
Carga horária: 20 horas
Público-alvo: crianças de 8 a 11 anos
Material do aluno: fornecido pela organização do Festival (levar lanche p/ intervalo)
Valor da inscrição: R$ 30,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 22,00
Local: Laboratório Multimídia de Ensino de Ciências do Museu de Ciência e Técnica da UFOP – Praça Tiradentes, 20 – Ouro Preto

 

Conjunto Instrumental

Com base nos ritmos brasileiros de todas as regiões, serão feitos arranjos e treinos durante as aulas, com a participação ativa dos alunos. O curso é aberto para uma formação com vários instrumentos e serão praticados os seguintes tópicos: linguagem dos ritmos brasileiros, improvisação, dinâmica de execução de arranjos, dinâmica de ensaio em grupo, articulações e acentuações de naipe, polirritmias, prática de percepção rítmica, melódica e harmônica, conscientização do músico no trabalho em grupo, coletivamente e não individualmente.

“O dom deste camarada é a música. Ele veio para ficar. Vestido de harmonia, ritmo, bom gosto, técnica e, além de tudo, uma pessoa maravilhosa. Eu tô falando deste genial pianista: André Marques! Hermeto Pascoal

André Marques iniciou-se na música aos onze anos (1986), estudando piano erudito, passando depois para o piano popular no Conservatório Wilson Cúria e, posteriormente, no CLAM, com Amilton Godoy (pianista do Zimbo Trio). Em janeiro de 1994, ingressou no grupo de Hermeto Pascoal com quem já excursionou por todo o Brasil, Europa, EUA, Japão, México, Caribe, Argentina, Colômbia, Chile e Uruguai, e com quem toca até hoje, participando de grandes festivais de música e tendo sua atuação comentada em jornais como o “The New York Times” (EUA) e o “The Guardian” (Inglaterra). Em 1996, ao lado de Ricardo Zohyo e Cleber Almeida, formou o Curupira, trio de música instrumental brasileira, hoje com Fábio Gouvêa no lugar de Zohyo, e reconhecido em todo o Brasil. É professor desde 1995 e hoje leciona no Conservatório Dramático e Musical de Tatuí, além de dar oficinas musicais por todo o Brasil (São Paulo-SESC – Vila Mariana, Curitiba, Joinville, Tatuí, Bauru, Botucatu, entre outras). De uma dessas oficinas nasceu a Vintena Brasileira, uma pequena orquestra de vinte músicos que, depois de dois anos de ensaios, já vem se apresentando pelo interior de São Paulo e gravará, em estúdio, o seu primeiro CD. Em novembro de 2006, participou de importante trabalho realizado na cidade de São Paulo, o projeto “Obra Viva – Homenagem a Tom Jobim”, em que fez a direção musical e todos os arranjos que tiveram como intérpretes Danilo Caymmi, Rosa Passos, Elza Soares, Thalma de Freitas e Max de Castro. André Marques, além de todos esses trabalhos, também teve participações ao lado de grandes nomes da música, como o próprio Hermeto Pascoal e grupo, Natan Marques, Arismar do Espírito Santo, Jane Duboc, Luciana Souza, Roberto Sion, Arrigo Barnabé, Danilo Caymmi, Yamandú Costa, Elza Soares, Renato Teixeira, Nenê, Heraldo do Monte, Hamilton de Holanda, Naná Vasconcelos, dentre outros.

Vagas: 25 vagas ( 2 bateria – 3 percussão – 2 baixo – 4 guitarra ou violão – 1 bandolim – 1 cavaco – 4 voz – 1 sanfona – 2 piano ou teclado – sopros à vontade, cordas à vontade)
Realização: 14 a 18 de julho – das 14h às 18h
Carga horária: 20 horas
Público-alvo: estudantes de música e músicos em geral
Material do aluno: instrumento, caderno pautado, lápis e borracha
Valor da inscrição: R$ 50,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 38,00
Local: Escola Estadual Dom Veloso – Ouro Preto
Mostra final: 19 de julho

Conta-Contos: Uma introdução à arte de contar histórias

A narração oral remonta às origens da sociedade como uma das primeiras manifestações culturais do homem, pois antes mesmo da linguagem escrita, era ela a responsável pela preservação das tradições culturais de um povo. Porém, com o decorrer da era industrial e da era informatizada, o velho hábito de contar histórias foi perdendo seu vigor, dando, aos poucos, lugar à informação. Foi a partir do final do século passado que surgiu a preocupação em resgatar essa arte milenar, reconduzindo textos escritos ao universo da narração oral. Para tanto, foi preciso atentar para alguns pontos que vieram auxiliar o treinamento das histórias a serem contadas.  A oficina tem como objetivos apresentar ao aluno técnicas do contar histórias, incentivar a utilização da narração oral como um valioso recurso na formação artística do ser humano, promover a formação do contador de histórias, estimular a criação de grupos de contadores e a leitura, além de divulgar bons textos literários e de tradição oral.
 
Dôra Guimarães é contadora de histórias, graduada em Letras e Psicologia. Iniciou-se na arte de contar histórias com o grupo venezuelano “En Cuentos y Encantos”, em curso realizado, em 1990, pela Livraria Miguilim – BH. A partir de então, vem pesquisando, preparando e narrando contos de vários autores da literatura brasileira e estrangeira. Coordena oficinas Conta-Contos para formação de novos contadores. Desde 1993, integra o Grupo Tudo Era Uma Vez do qual foi uma das idealizadoras. A partir de 2000, vem coordenando o grupo Miguilim de contadores de histórias de Cordisburgo.

Elisa Almeida é contadora de histórias, graduada em Psicologia. Começou a utilizar a narração de histórias como recurso terapêutico no trabalho com crianças. Com especialização em Filosofia (UFMG), desenvolveu pesquisa na área dos contos de fadas. Fundadora e membro do Grupo Tudo era uma vez, vem coordenando oficinas Conta-Contos para formação de novos contadores. Em 1996, conquistou o 1º lugar  no IV Concurso “Os melhores contadores de histórias”, promovido pela Biblioteca Pública Infantil e Juvenil de Belo Horizonte. Atualmente, coordena também o grupo Miguilim  de Cordisburgo e atua na formação do “Grupo de contadores de histórias do Morro da Garça”.

Vagas: 18
Realização: 9 a 12 de julho – das 13h30min às 17h30min
Carga horária: 16 horas
Público-alvo: interessados, em geral, na arte de contar histórias (artistas, educadores, bibliotecários, estudantes e outros)
Idade mínima: 14 anos
Material do aluno: fornecido pela organização do Festival
Valor da inscrição: R$ 30,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 22,00
Local: Centro de Artes e Convenções da UFOP – Ouro Preto

 

Criação e Manipulação de Bonecos - Iniciante

A oficina tem como objetivo iniciar adolescentes e adultos na construção, manipulação e interpretação teatral de bonecos. Utilizando um método de construção a partir de tubos de garrafas pet, desenvolve-se um trabalho mecânico, qualitativo e esteticamente apurado com ferramentas de uso doméstico, visando ao aperfeiçoamento na manipulação e uma interpretação teatral qualitativa. Essa oficina proporciona ao aluno a possibilidade de construir e recriar bonecos resistentes e funcionais sem perder qualidade e durabilidade, multiplicando, assim, uma arte milenar e um meio de comunicação único e substancioso.

Catin Nardi, marionetista, ator-manipulador e diretor da Cia Navegante Teatro de Marionetes MG. Apresenta seu trabalho em festivais, teatros e circuitos culturais. Algumas de suas importantes produções puderam ser vistas na novela “As filhas da mãe” e na minissérie “Hoje é dia de maria” da Rede Globo.

Vagas: 15
Realização: De 14 a 18 e de 21 a 25 de julho – das 14h às 18h
Carga horária: 40 horas
Público-alvo: pessoas acima de 16 anos, com habilidades manuais
Material do aluno: fornecido pela organização do Festival
Valor da inscrição: R$ 50,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 38,00
Local: Atelier Catin – Rua do Seminário, 290 – Centro – Mariana
Mostra final: 25 de julho

Culinária: A arte e alegria de fazer pães

Você está convidado a participar e apreciar criações culinárias internacionais no preparo de massas; história e estórias do pão nosso. Uma festa para seus olhos, narinas e paladar, ao fundir cheiros, cores, sabores e texturas, tradições culturais e folclore, mesclando beleza estética e harmonia com a natureza, utilizando ervas aromáticas naturais, além de sementes, raízes e flores. Manipular, fazer, comer, brincar, criatividade, aspecto sensorial, corporal, lúdico, movimento, convivência grupal, resgate das tradições culturais, culinárias e folclóricas.

 Vânia Amaral, cozinheira e chef-proprietária do Espaço Culinário Casa da Vânia em Ouro Preto, tendo sido chef e sócia-proprietária do Restaurante Jasmim, também em Ouro Preto, entre 1987 e 1989, e da Fábrica de Chocolates Ouro Preto, em 2004. Chef-consultora (spas, hotéis, restaurantes, etc), há 21 anos realiza oficinas, cursos (empresas, instituições) e eventos. Especializada em dietética chinesa, conjuga prazer gastronômico com efeitos curativos. Desenvolve, também, uma culinária social para pessoas com necessidades especiais e para a população, em geral, assistida pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

Vagas: 20
Realização: 14 a 18 de julho – das 13h30min às 17h30min
Carga Horária: 20 horas
Público-alvo: crianças de 10 a 13 anos
Material do aluno: será fornecido pela organização do Festival
Valor da inscrição: R$ 40,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 30,00
Local: Escola Estadual Dom Pedro II – Ouro Preto

 

Curso de Composição para atores - Aperfeiçoamento

Na atividade teatral, estar atento é estar presente, ter uma atitude aberta, conectada com os sentidos – fundamental no âmbito do treinamento e da composição. Esse curso considera que o ator contemporâneo tem funções cada vez mais abrangentes, portanto, os exercícios serão propostos com o objetivo de que os alunos sejam capazes de identificar seu potencial criativo, seu desejo estético e o instrumental necessário para realizar seu projeto de cena. Através desse projeto – criado a partir da orientação da diretora Rita Clemente – os alunos deverão construir, compor e apresentar  cenas de 10 a 15 minutos. O curso é estruturado em 3 etapas que mesclam aulas expositivas e práticas: identificação do material de composição/ treinamento/ composição.

Rita Clemente é atriz e diretora, graduada em Educação Artística (licenciatura em Música) pela UEMG e em Artes Cênicas pela Fundação Clóvis Salgado – Cefar –Palácio das Artes, onde lecionou, durante 10 anos, no Curso Técnico de Formação de Atores. Desde 1996 dirige, atua e produz vários espetáculos, assinando a concepção geral de suas peças, como atriz ou como diretora. Seus trabalhos mais recentes foram “Amores surdos”, com o grupo Espanca!, e “O rinoceronte”, texto de Eugene Ionesco, no Palácio das Artes, “Rubros,” texto de Adélia Nicolette, e ‘Dias felizes”, texto de Samuel Beckett.

Vagas: 20
Período: 21 a 25 de julho – das 13h às 18h
Carga horária: 20 horas
Público-alvo: atores, estudantes de artes cênicas e pessoas interessadas
Pré-requisito: formação acadêmica ou em curso livre de, no mínimo, um ano e meio, a partir de 16 anos
Material do aluno: roupas confortáveis e adequadas ao trabalho corporal
Valor da inscrição: R$ 40,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 30,00
Local: Escola Estadual Dom Pedro II – Ouro Preto

Dança Contemporânea: Memória/Corpo/Mente
A oficina tem como objetivo fundamental a valorização do indivíduo e de suas potencialidades bem como sua vivência em grupo. Dessa forma cada aluno será tratado como peça fundamental (já que cada um traz suas vivências) de um universo de valores e cultura. Através de experiências prévias dos participantes, propomos uma reestruturação corporal (óssea e de pontuação de órgãos internos) trazendo à tona essa memória corporal, agora reavaliada.

Anderson Aleixo Barbosa iniciou seus estudos de dança em 1986, assistido pela pesquisadora folclórica e maître de dança afro Marlene Silva. Teve como principais professores Sylvia Calvo, Dulce Beltrão, Graça Sales, Carlos Leite, Bettina Bellomo, Tíndaro Silvano, Lydia Del Piccha, Patrícia Avellar, Dudude Herrmann, Rosana Ziller, Jean Marri Dubul, Norma Binagli, Yellê Bittencourt, Osman Khelili, Rose Akras. Integrou profissionalmente o Grupo de Dança Afro Marlene Silva, o Grupo de Dança Afro Egbé Orum, onde atuou como coreógrafo, o Grupo da Academia Internacional de Ballet, Ballet Teatro Minas. Em sua trajetória profissional, fez turnês pelo Brasil, Argentina, Bolívia, Colômbia, Uruguai, Chile, Espanha, Portugal, Alemanha, França e EUA.

Vagas: 25
Realização: 21 a 25 de julho – das 9h30min às 12h30min
Carga horária: 15 horas
Público-alvo: jovens de 12 a 16 anos
Material do aluno: roupas confortáveis que permitam a realização dos movimentos
Valor da inscrição: R$ 30,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 22,00
Local: Escola Estadual Dom Pedro II – Ouro Preto
Desenhando a Cidade

A oficina visa elaborar a percepção da cidade histórica, marcando o sentido de cidadania e valorizando seu patrimônio nos seus diversos ângulos e aspectos de preservação arquitetônica e ambiental; representar a cidade de Mariana através da vivência do seu espaço, caracterizando os elementos que compõem a sua paisagem; produzir mapas urbanos significativos registrando os caminhos percorridos e os lugares da memória coletiva através de desenhos, pinturas, recortes, colagens, etc., configurando um grande painel.

Marília Carneiro é professora do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da PUC- Minas. É mestre em Arquitetura pela Escola de Arquitetura da UFMG e doutora em Arquitetura pela Universidade de Valladolid – Espanha.

Bel Gurgel é formada em Publicidade e Propaganda pela Universidade Cásper Líbero – São Paulo, especializada em Marketing, Gestão e Produção Cultural e também  programadora Visual e Designer Gráfico.

Vagas: 20
Realização: 21 a 26 de julho – das 13h às 18h
Carga horária: 25 horas
Público-alvo: interessados em geral, maiores de 18 anos
Material do aluno: fornecido pela organização do Festival
Valor da inscrição: R$ 30,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 22,00
Local: Instituto de Ciências Humanas e Sociais–ICHS/UFOP – Rua do Seminário s/nº – Mariana

 

Do Barroco ao Barraco - Hip Hop

Contos do saber é uma proposta da Rede – Associação de Hip Hop de Ouro Preto que tem como objetivo trazer discussão e reflexão sobre o período do ciclo do ouro e sua herança histórica para os povos de hoje. O projeto propõe um exercício de comparação: a Ouro Preto de hoje e a Ouro Preto de ontem sob os olhares, vivência e experiência dos jovens de Ouro Preto oriundos da periferia da cidade, militantes da cultura hip hop.

A Rede–Associação de Hip Hop de Ouro Preto busca, nas suas diversas formas de expressão, amenizar um tom conflituoso ou pelo menos tenso, pouco visto anteriormente na esfera cultural, em função do espaço que ocupa na sociedade ouro-pretana, na mídia e junto às camadas juvenis menos favorecidas. Os jovens  vêm encontrando nas representações associadas à rede do hip hop a sociabilidade que promove o estabelecimento de novas formas de representação social e que lhe permite expressar seu descontentamento com o sistema atual.

Vagas: 30 por dia
Realização/Local:
              18 de julho: Escola Estadual Desembargador Horácio Andrade – Alto da Cruz
              19 de julho: Escola Municipal Pe. Carmélio – São Cristóvão
              20 de julho: Escola Municipal Prof. Adhalmir Maia – Nossa Senhora do Carmo
Horário: das 14 às 18 h
Carga horária: 4 horas/dia
Público-alvo: interessados em geral
Material do aluno: roupas confortáveis
Valor da inscrição: gratuita – inscrições no local e dia da oficina, por ordem de chegada
Mostra final: dia 26 julho

Dramaturgia da Cena - Tramas, Texto e Cena - Aperfeiçoamento
A oficina propõe o desenvolvimento, a partir das relações entre textos narrativos diversos e a construção concreta de ações por meio de elementos da atuação rapsódica e do jogo teatral, de instrumental que possibilite a construção de uma dramaturgia contemporânea.

Nina Caetano é professora assistente de Dramaturgia do Departamento de Artes Cênicas da UFOP, dramaturga e pesquisadora. É também doutoranda em Teatro pela ECA–USP, onde atua junto a diversos grupos teatrais de Belo Horizonte, realizando  sempre dramaturgias em processo  (Cães de palha, O caso Woyzeck, Casa das misericórdias, Meninos e monstros, Cósmicas). Seu último trabalho, com o grupo Teatro da Figura, foi “Jogo do bicho”, com direção de Lenine Martins.

Lissandra Guimarães é atriz, produtora cultural e bonequeira. Pesquisadora, atualmente desenvolve, na coordenação do Obscena, a investigação da atuação rapsódica e do modelo de ações de Barrio como elementos de uma criação cênica co-autoral. Seus recentes trabalhos como atriz foram “Homem voa?”, junto à Catibrum Teatro de Bonecos e “Casa das misericórdias”, junto à Maldita – Cia. de Investigação Teatral.

Vagas: 20
Realização: 21 a 25 de julho – das 10h às 13h e das 14h30min às 17h30min
Carga horária: 30 horas
Público-alvo: profissionais (escritores, dramaturgos, grupos teatrais, atores) e estudantes das artes cênicas e áreas afins.
Material do aluno: Cada participante deverá trazer, desde o primeiro dia de oficina, referências textuais (que não deverão ultrapassar uma página cada: fragmentos de contos, poemas, músicas, trechos de romance, notícias de jornal, bulas de remédios), depoimentos pessoais, imagens dramáticas (frases curtas que contenham um ser humano numa ação significativa) e objetos (incluindo peças de vestuário) que servirão de ponto de partida para as improvisações e para a criação textual. Tais elementos deverão ser significativos, instigantes e provocadores para quem os escolhe. Os participantes deverão vir para a oficina com roupa confortável e neutra, apropriada ao trabalho corporal, e deverão ter disponibilidade para a construção de textos fora da carga horária presencial da oficina.
Valor da inscrição: R$ 40,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 30,00
Local: Escola Estadual Dom Pedro II – Ouro Preto
Folclore na Escola

A idéia de se trabalhar “atividades de folclore” nas escolas é cada vez mais reconhecida pela sua importância. No entanto, por um conjunto de fatores, tais como, desconhecimento desse campo de estudo e de conceitos teóricos, carência de material de pesquisa e de experiência prática com um repertório de canções e brincadeiras, o tema “folclore na escola” acaba sendo reduzido a algumas festividades do calendário, por vezes trabalhadas em um dia específico e sem maiores envolvimentos. Ou, ainda, apresentado em uma série de pequenas propostas dispersas que têm aproveitamento reduzido no conjunto do processo educativo. Como desenvolver atividades sobre o tema? Como utilizar esses conteúdos ao longo do ano letivo? Como envolver o educando nesse tema e fazê-lo sentir-se parte dessa história? Com o objetivo de auxiliar professores e educadores a responder essas e outras perguntas, a oficina Folclore na escola visa trabalhar os conceitos de folclore e a compreensão das suas abrangências; orientar para a pesquisa e o desenvolvimento de atividades e jogos para aplicação em sala de aula. Essas ações têm a finalidade de proporcionar um aprendizado lúdico sobre as tradições, músicas, brincadeiras e festas do Brasil.

Lia Marchi é atriz, pesquisadora, professora e produtora. Em 1990, iniciou suas atividades artísticas atuando como atriz e produtora cultural. A partir de 1998, criou e coordenou o projeto Tocadores. É co-autora do livro “Tocadores – homem, terra, música e cordas” e co-diretora dos documentários “Tocadores–Brasil Central e Tocadores–Litoral Sul”. Desenvolveu os textos e concebeu a exposição de fotos “Tocadores na escola”. É autora do livro “Tocadores Portugal–Brasil: sons em movimento” e fundou, em 1999, a Olaria Projetos de Arte e Educação, onde atua como diretora artística, coordenando a realização de diversos projetos.

Vagas: 30
Realização: 14 a 18 de julho – das 14h às 18h
Carga horária: 20 horas
Público-alvo: professores, arte-educadores e interessados em geral
Material do aluno: caderno para anotações, lápis e borracha
Valor da inscrição: R$ 25,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 20,00
Local: Instituto de Ciências Humanas e Sociais – ICHS/UFOP – Rua do Seminário s/nº - Centro – Mariana

Fotografia digital - Composição e desenho

A oficina pretende explorar o olhar sobre a composição e o desenho na fotografia digital, abordando os seguintes tópicos: Uso correto das câmeras digitais. Ponto, reta e plano. História da fotografia. Erros mais comuns. Importância e treino do olhar. Trabalho de campo nas ruas de Ouro Preto. Seleção e tratamento das imagens pelo programa Picture Project da Nikon. Discussão dos resultados, ampliação em papel fotográfico, preparação para exposição (no hall do Cine-Teatro Vila Rica).

Dimas Guedes foi professor de Fotografia na Fundação de Artes de Ouro Preto entre 2000 e 2007, e instrutor da Shinagawa (Samsung Câmera) de 1997 a 2000. Exposições individuais: “Ouro Preto – um novo tema” (1970), “Ouro Preto e sua gente” (1993), “Contemplação de Ouro Preto” (2001), “Fotolabor” (2004), “Piazere, o prazer da contemplação” (2007). Livros publicados: “Contemplação de Ouro Preto” (2005), “Mãos de Mariana” (2006), “Homem – trabalho” (2008).

Vagas: 15
Realização: 09 a 11 de julho – 8h30min às 12h30min e de 14h às 18h
Carga horária: 24 horas
Público-alvo: pessoas interessadas em fotografia digital, maiores de 16 anos
Material do aluno: câmera fotográfica digital, caderno e lápis
Valor da inscrição: R$ 50,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: 38,00
Local: Centro de Artes e Convenções da UFOP – Ouro Preto

 

Imagens que dançam - Aperfeiçoamento

Essa oficina tem como objetivo central estabelecer relações entre o treinamento corporal (sensibilização e consciência), a criação e a composição cênica, discutindo e refletindo sobre a dramaturgia do movimento e suas relações entre a imagem e a cena.

Tarcísio Ramos Homem formou-se em dança contemporânea no extinto Trans-Forma onde estudou e integrou o Grupo Profissional. Atuou junto a diversos grupos profissionais de Dança-Teatro.  Bailarino, ator, diretor e professor, há 25 anos vem se dedicando ao ensino, pesquisa e direção nas áreas de dança-teatro, com experiências no Brasil e no exterior. Desenvolve trabalhos teatrais com a terceira idade e possui ainda estudos na área de leitura corporal, massagem integrativa, além de atuar como preparador corporal de atores. Bacharel em Direção Teatral,  é também mestrando em Artes pela EBA–UFMG, professor de teatro do Galpão Cine-Horto e diretor e dramaturgista do novo espetáculo (em processo) da Cia Suspensa.

Vagas: 20
Período: 21 a 25 de julho – das 9h às 13h
Carga horária: 20 horas
Público-alvo: bailarinos, atores, estudantes de artes cênicas e pessoas interessadas com alguma experiência em técnicas corporais, acima de 16 anos.
Material do aluno: roupas leves e neutras, próprias para o treinamento físico
Valor da inscrição: R$ 40,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 30,00
Local: Escola Estadual Dom Pedro II – Ouro Preto
Mostra final: 25 de julho

Iniciação à Técnica Circense- Circo da Estação - Iniciante

Essa oficina pretende abordar o universo do circo através da iniciação na prática das técnicas circenses de acrobacias aéreas e de solo, malabares e equilibrismo, descobrindo potencialidades criativas do movimento no espaço. Pretende também ativar no aluno a expressividade da técnica circense para suas criações, tendo como objetivo trabalhar, tanto o seu expressivo quanto o seu pré-expressivo (trabalho de preparação corporal que não entra em cena).

Giselle Vieira Queiroga é licenciada em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Ouro Preto. É professora de Acrobacia Aérea no Circo da Estação do Projeto Trem da Vale. Iniciou seus estudos em Dança Contemporânea e Dança Aérea (tecido) no Centro de Artes Variação, onde atuou como bailarina-criadora nos espetáculos “Poesia do corpo”, “Casa de brinquedos” e “Corda bamba”, sob direção de Carla Gontijo. Participou de oficinas de “Acrobacia aérea” e “Acrobacia de solo”, ministrada por professores da Spasso Escola de Circo. Participou de oficinas de dança com Dudude Herrmann e Gabriela Christófaro. Atuou como atriz no espetáculo “Sala 9”, sob direção de Túlio Drumond. É integrante da Rés cia de dança, onde atuou como bailarina-criadora nas  intervenções urbanas “Caminhos/Vertentes”, “Dos porões”, “Tempo e memória”, sob direção de Vicente de Abreu.

Carlos César de Souza é licenciado em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Ouro Preto, com continuidade de estudos no bacharelado em Interpretação; desde 2004, cursa balé clássico, dança moderna e contemporânea no Centro de Artes Variação – Ouro Preto; participou de diversas oficinas de teatro e dança, destacando-se: Expressão Corporal – Teatro  e Dança pela Universidade Federal do Triângulo – 2004; Oficina de criação com Tarcísio Ramos – 2005; Oficina “Contato e improvisação” pela Universidade Federal de Ouro Preto – 2006; Mímica pela Fundação Cultural de Uberaba – MG, com o prof. Alejandro Poroyan – 2005; Oficina de acrobacia de solo e acrobacia aérea com a Intrépida Trupe; Oficina de acrobacia de solo e de aérea com professores da Spasso Escola de Circo – BH; capacitação de segurança no circo com Pablo, professor e campeão mundial de Kung Fu. É pesquisador e ator da Cia. Losna de Teatro e Circo no espetáculo Buffo Jazz – compasso de palhaço, tendo como pesquisa o treinamento do ator na arte do circo e do clown. Leciona acrobacia de solo, malabares, equilibrismo e teatro no Circo da Estação – Trem da Vale.

Vagas: 20
Realização: 21 a 25 de julho – das 9h às 13h
Carga horária: 20 horas
Público-alvo: atores, atrizes, dançarinos(as) e interessados em geral, a partir de 16 anos
Material do aluno: roupas leves
Valor da inscrição: R$ 40,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 30,00
Local: Tenda do Trem da Vale – Praça da Estação – Ouro Preto

 

IV Encontro de Musicologia e Etnomusicologia de Ouro Preto

Programação:

11/07 – Sexta-feira

14h às 18h – Lançamento da AMMU (Associação Mineira de Musicologia)

20h – Concerto Comentado: A construção do gosto: Música e Sociedade na corte do Rio de Janeiro
Local: Grêmio Literário Tristão de Ataíde–GLTA – Rua do Paraná, 136 – Centro – Ouro Preto

12/07 – Sábado
10h às 12h – Mesa 1
André Sales e Tereza Moura: A construção do coco a partir de breves indicações
Lia Marchi: Fadango do Paraná
Ana Alvarenga: Música na cosmologia Maxakali: um olhar sobre um ritual do Xunin – uma partitura sonoro-mítico-visual
Chiquinho de Assis: Mediação

14h às 16h – Mesa 2
Arnon Sávio: A execução musical: da mesa do musicólogo à estante do maestro
André Guerra Cotta: Contribuições para uma etnomusicologia histórica
Modesto Flávio Fonseca: Centro de Documentação Musical de Viçosa – CDMV
Maria da Consolação dos Santos Anunciação: O setenário de Nossa Senhora das Dores: Análise comparativa e retórica da música e da cenografia barroca na arquitetura da Matriz do Pilar de Ouro Preto
Rodrigo Toffolo: Mediação

16h às 18h – Mesa 3
Rodrigo Toffolo: Etnografias de um som pela fé: relatos
Chiquinho de Assis: A prática sineira em Minas Gerais – apontamentos
Maurício Monteiro: Música e linguagem
Lia Marchi: Mediação

20h – Concerto: Grupo de Coco Ouricuri: Os Cocos
Local: Casa da Ópera (Teatro Municipal) – Rua Brigadeiro Musqueira, 104 – Centro – Ouro Preto

Vagas: 150
Realização: 11 a 12 de julho
Carga horária: 10 horas
Público-alvo: interessados em geral
Material do aluno: caneta
Valor da inscrição: gratuita – por ordem de chegada no local
Local: Salão São João del-Rei – Centro de Artes e Convenções da UFOP – Ouro Preto

Mapoteca

A oficina dedica-se a introduzir o mundo da cartografia no cotidiano dos adolescentes, fazendo-os relacionar seus locais de convívio e os elementos paisagísticos com referências espaciais globais. As atividades serão interativas, com brincadeiras relacionadas à navegação (localização espacial) e também com o aprendizado sobre o uso de ferramentas como bússolas, fotos aéreas, estereoscópio, mapas de diferentes tipos, GPS e softwares de geoprocessamento. Identificará os espaços de trajetória de Aleijadinho com sua obra.

Mariângela Garcia Praça Leite é tutora do Programa Pet-Geologia desde abril de 2001. Coordenou a Área de Geologia Ambiental do Programa de Pós-Graduação do Departamento de Geologia da UFOP. É coordenadora geral do Programa de Pós-Graduação do DEGEO/UFOP. Graduada em Geologia pela UFRJ, possui mestrado na área de Petrologia Sedimentar e Sedimentologia pela UFOP. É doutora em Engenharia Civil pela UFRJ.

Grupo PET Geologia da UFOP é integrado por discentes do Programa de Educação Tutorial – PET – coordenado pela SESu/MEC, é um programa acadêmico que tem como objetivos a melhoria do ensino de graduação, a formação acadêmica ampla do aluno, a interdicisplinaridade, a atuação coletiva e o planejamento e a execução de atividades de ensino, pesquisa e extensão.

Vagas: 20
Realização: 15 de julho – das 9h às 17h
Carga horária: 8 horas
Público-alvo: jovens de 13 a 18 anos
Material do aluno: fornecido pela organização do Festival
Valor da inscrição: R$ 15,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 10,00
Local: Prédio do DEGEO/UFOP – Campus do Morro do Cruzeiro

 

Marias de Chita - 14 a 19 de julho

Dentro do coração das Marias existem saberes arqueológicos, ancestrais que na tessitura dos objetos são revelados “na arte do saber fazer”. A oficina “Marias de Chita” propõe tecer com essas guardiãs das comunidades os relicários que as mantêm como “tesouros vivos” de seus lugares. É uma proposta de “educar para a vida”, portanto, permitirá a reflexão, o diálogo, o entendimento de que o “objeto” é um bem cultural e patrimonial.

Maria José Davino Alves é pedagoga, trabalhou no setor pedagógico do Museu da Inconfidência de 1997 a 2005. Ministrou a oficina Penélopes do Faria no Festival de Inverno de Ouro Preto em 2005.

Vagas: 20
Realização: 14 a 19 de julho – das 13h às 17h
Carga horária: 20 horas
Público-alvo: mulheres artesãs, bordadeiras e crocheteiras das comunidades do Padre Faria e dos bairros que integram o Ecomuseu da Serra do Ouro Preto
Material do aluno: fornecido pela organização do Festival
Valor da inscrição: R$ 15,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 10,00
Local: Casa da Escola de Samba do Padre Faria – Ouro Preto

Marias de Chita - 21 a 25 de julho

Dentro do coração das Marias existem saberes arqueológicos, ancestrais que na tessitura dos objetos são revelados “na arte do saber fazer”. A oficina “Marias de Chita” propõe tecer com essas guardiãs das comunidades os relicários que as mantêm como “tesouros vivos” de seus lugares. É uma proposta de “educar para a vida”, portanto, permitirá a reflexão, o diálogo, o entendimento de que o “objeto” é um bem cultural e patrimonial.

Maria José Davino Alves é pedagoga, trabalhou no setor pedagógico do Museu da Inconfidência de 1997 a 2005. Ministrou a oficina “Penélopes do Faria” no Festival de Inverno de Ouro Preto em 2005.

Vagas: 20
Realização: 21 a 25 de julho – das 13h às 17h
Carga horária: 20 horas
Público-alvo: mulheres artesãs, bordadeiras e crocheteiras das comunidades do Padre Faria e dos bairros que integram o Ecomuseu da Serra do Ouro Preto
Material do aluno: fornecido pela organização do Festival
Valor da inscrição: R$ 15,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 10,00
Local: Escola Municipal Profª Juventina Drummond, Morro Santana – Ouro Preto

 

O Ator e a Máscara - Aperfeiçoamento

A máscara constitui uma linguagem expressiva e o teatro, ao apropriar-se dela, desenvolveu uma determinada metodologia de trabalho com o ator e a cena, através de códigos precisos. Ao portar a máscara, o ator, materialmente, substitui sua identidade pessoal por outra, abrindo espaço para uma nova identidade. O intuito dessa oficina é trabalhar o ator, experimentando, através de uma linguagem codificada, a materialidade de conceitos que regem a criação teatral. Abordagem: A preparação do ator para o trabalho: a construção de uma energia extra cotidiana e a dilatação do corpo. A presença cênica: a disponibilidade do ator através da escuta, visão e percepção, no tempo presente. Movimento, gesto, ação: o trabalho desses conceitos através da linguagem da máscara. A ação do som e da palavra. O trabalho com estímulos materiais e imagéticos: objetos e som, elementos da natureza e animais. A cena: improvisação baseada nos recursos trabalhados durante a oficina. Esse trabalho abordará a máscara neutra e expressiva.

Esio Magalhães é sócio-fundador do Barracão Teatro, espaço de investigação e criação artística, onde pesquisa a linguagem da máscara e o trabalho do ator como meio da expressão teatral em parceria com Tiche Vianna. Foi integrante do grupo de atores dos Doutores da Alegria, organização que leva a arte do palhaço para hospitais. Tem apresentado os espetáculos do repertório do Barracão Teatro: “A Julieta e o Romeu” e “O pintor”, “Circo do só eu!!!”, “WWW para freedom”, “Freguesia da Fênix” e “Encruzilhados entre a barbárie e o sonho”. Atuou com o palhaço Lerris Colombaioni no espetáculo “Um giro nel cielo” e no ”Circo Ercolino”, na Itália. Ministra cursos de formação de linguagens de máscara, palhaço e teatro de rua. Esio Magalhães é o palhaço Zabobrim. Foi indicado ao Prêmio Shell 2007 e ao 1° Prêmio da Revista Quem como melhor ator pelo espetáculo “A Julieta e o Romeu”.

Vagas: 20
Realização: 14 a 17 de julho – das 8h às 13h
Carga horária: 20 horas
Público-alvo: atores, bailarinos e artistas interessados em entrar em contato com o trabalho da máscara
Material do aluno: fornecido pela organização do Festival
Valor da inscrição: R$ 50,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 38,00
Local: Escola de Minas da UFOP – Sala 18 – Praça Tiradentes, 20 - Ouro Preto

O Gesto Teatral e a Fábrica de Energia - Aperfeiçoamento

A oficina objetiva atuar com um sentido de fabricação de energia que nos torne mais prontos, mais aptos ao gesto instantâneo e oferecer à intuição elementos técnicos para manifestar-se no ato criativo, muscular o cérebro, bem como experimentar conceitos de expansão de limites, de entrega, de disponibilidade e de controle de energia. Essa oficina é um laboratório de cena, que, conectando conceitos de exaustão, improvisação e composição, visa oferecer ao participante subsídios para reconhecer e evoluir seu caminho próprio como ser criativo e como intérprete. Ao final da oficina, será realizado um ato de intervenção no espaço público.

Julliano Mendes concluiu o Curso Técnico de Formação de Atores pelo Instituto de Filosofia, Artes e Cultura (IFAC) da Universidade Federal de Ouro Preto, no ano de 1996. Realizou diversos trabalhos com importantes diretores da cena mineira, como Wilson de Oliveira, Elvécio Guimarães, Marcelo Castilho Avellar, Carlos Rocha, além da diretora e coreógrafa baiana Carmen Paternostro, com quem trabalhou no período em que residiu em Salvador, onde integrou o elenco de três montagens do grupo Intercena, dentre as quais destaca-se a adaptação de “Maíra”, de Darcy Ribeiro. De volta a Ouro Preto, concluiu o bacharelado em Direção Teatral da UFOP. No período do curso, fundou o Grupo Resid(ê)ncia, um dos principais grupos de pesquisa ouro-pretanos. Entre seus principais trabalhos de direção destacam-se “Os cadernos de Malte Laurids Brigge”, “elE - o outro”, “Moleque: lembrando Gonzaguinha”, “Dois perdidos numa noite suja” e “O Quadraturin”.

Vagas: 15
Realização: 14 a 18 de julho – das 9h às 13h
Carga horária: 20 horas
Público-alvo: grupos teatrais e atores profissionais e amadores
Material do aluno: 01 foto pessoal e 01 objeto pessoal (de livre escolha)
Valor da inscrição: R$ 40,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 30,00
Local: Escola Estadual Dom Pedro II – Ouro Preto
Mostra final: 18 de julho

O Talento da Caligrafia: Escrita Colonial

Com o evento do computador, a digitação se tornou mais ágil e o hábito da escrita à mão foi se perdendo. Poucos são os registros manuscritos e menor ainda é a preocupação com a qualidade estética no desenho das letras. Normalmente, as celebrações e solenidades especiais, como formaturas, casamentos, datas natalícias, cartas personalizadas, requerem o uso da escrita em convites, diplomas e outros documentos que marcam épocas e situações importantes.

Maria Margareth Monteiro é licenciada em História pela Universidade Federal de Ouro Preto – UFOP, e chefe da Seção de Difusão do Acervo e Promoção Cultural do Museu da Inconfidência.
    
Vagas: 20
Realização: de 14 a 18 de julho – das 13h  às 15h
Carga horária: 10 horas
Público-alvo: jovens e adultos que apreciam a caligrafia
Material do aluno: caderno pautado de caligrafia, lápis 2B, caneta uni-pin nº 03 ou caneta gel (cor preta)
Valor da inscrição: R$ 30,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 22,00
Local: Centro de Artes e Convenções da UFOP – Ouro Preto

 

Objetos Voadores "Beau de L'aire" - 14 a 18 de julho - Ouro Preto

O projeto interdisciplinar “Objetos voadores” pesquisa a criação, confecção e movimentação de objetos que interagem com o ar. Descobre as possibilidades do ar como suporte da matéria, seu desenvolvimento no espaço-tempo, abordando de forma lúdica o tema da aerodinâmica. Para manipulá-los, é necessária a atenção corporal, tornando o conhecimento da dança um outro suporte para o movimento dos objetos. Resgata e reinventa objetos que utilizam o ar como suporte da matéria: papagaios, cata-ventos, aeroplanos, serpentes chinesas, balangandãs, birutas, aviõezinhos de papel, chuva de poesia, bolas de sabão, sementes, bumerangue, rombi (instrumento indígena) entre outros, para criar uma ação cênica e interativa. No final da oficina, a experimentação dos objetos realizados culmina em um evento em local aberto; praça, alamedas, etc, possibilitando exposição aberta ao público que poderá também interagir, experimentando a aerodinâmica de cada objeto desenvolvido.

Ana Gastelois  atua nas áreas de artes visuais, artes cênicas e educação. Formada em desenho pela EBA-UFMG, é pós-graduada em Educação pela UCAM–RJ, mestranda em Artes Visuais (Criação, Crítica e Preservação da Imagem) na UFMG. Ministra “Atelier de Cenário e Figurino” na Escola de Belas Artes da UFMG e aula de dança no projeto “Arena da Cultura” na Fundação Municipal de Cultura de BH. Ganhou bolsa para estudar cenografia e iluminação no Centro de Tecnologia do Espetáculo em Madrid, no mestrado da UFMG e na residência do PanoramadeDança. Foi contemplada no FIT para realizar o projeto “Objetos voadores: furacão” e estagiou no Grupo de Teatro Potlach, na Itália. Participou de exposições coletivas e individuais e de festivais nacionais e internacionais de dança e teatro, entre eles: FIT–Dinamarca, FIT–BH, RioCenaContemporânea, PanoramadeDança–RJ, Videobrasil–SP, Imagginni–Itália, FlAAC–Brasília, Projéteis de arte contemporânea Funarte–RJ e SP, Grande Orlândia–RJ, FIP–Madrid, MIP–BH, Itaú Galeria CG, Samap–PB, FID–BH, FI Antônina–PR. Premiada com o melhor cenário de dança, MG/2000. Integra o livro “Um século das artes plásticas em BH”, da editora C/Arte, entre outros.
 
Vagas: 20
Realização: 14 a 18 de julho – 13h30min às 17h30min
Carga horária: 20 horas
Público-alvo: 10 a 16 anos
Material do aluno: fornecido pela organização do Festival
Valor da inscrição: R$ 20,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 15,00
Local: Núcleo de Arte da FAOP – Praça Antônio Dias, 80 – Ouro Preto

Objetos Voadores "Beau de L'aire" - 21 a 25 de julho - Mariana
O projeto interdisciplinar “Objetos voadores” pesquisa a criação, confecção e movimentação de objetos que interagem com o ar. Descobre as possibilidades do ar como suporte da matéria, seu desenvolvimento no espaço-tempo, abordando de forma lúdica o tema da aerodinâmica. Para manipulá-los, é necessária a atenção corporal, tornando o conhecimento da dança um outro suporte para o movimento dos objetos. Resgata e reinventa objetos que utilizam o ar como suporte da matéria: papagaios, cata-ventos, aeroplanos, serpentes chinesas, balangandãs, birutas, aviõezinhos de papel, chuva de poesia, bolas de sabão, sementes, bumerangue, rombi (instrumento indígena) entre outros, para criar uma ação cênica e interativa. No final da oficina, a experimentação dos objetos realizados culmina em um evento em local aberto; praça, alamedas, etc, possibilitando exposição aberta ao público que poderá também interagir, experimentando a aerodinâmica de cada objeto desenvolvido.

Ana Gastelois  atua nas áreas de artes visuais, artes cênicas e educação. Formada em desenho pela EBA-UFMG, é pós-graduada em Educação pela UCAM–RJ, mestranda em Artes Visuais (Criação, Crítica e Preservação da Imagem) na UFMG. Ministra “Atelier de Cenário e Figurino” na Escola de Belas Artes da UFMG e aula de dança no projeto “Arena da Cultura” na Fundação Municipal de Cultura de BH. Ganhou bolsa para estudar cenografia e iluminação no Centro de Tecnologia do Espetáculo em Madrid, no mestrado da UFMG e na residência do PanoramadeDança. Foi contemplada no FIT para realizar o projeto “Objetos voadores: furacão” e estagiou no Grupo de Teatro Potlach, na Itália. Participou de exposições coletivas e individuais e de festivais nacionais e internacionais de dança e teatro, entre eles: FIT–Dinamarca, FIT–BH, RioCenaContemporânea, PanoramadeDança–RJ, Videobrasil–SP, Imagginni–Itália, FlAAC–Brasilia, Projéteis de arte contemporânea Funarte–RJ e SP, Grande Orlândia–RJ, FIP–Madrid, MIP–BH, Itaú Galeria CG, Samap–PB, FID–BH, FI Antônina–PR. Premiada com o melhor cenário de dança, MG/2000. Integra o livro “Um século das artes plásticas em BH”, da editora C/Arte, entre outros.
 
Vagas: 20
Realização: 21 a 25 de julho – 13h30min às 17h30min
Carga horária: 20 horas
Público alvo: jovens de 10 a 16 anos
Material do aluno: fornecido pela organização do Festival
Valor da inscrição: R$ 20,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 15,00
Local: Sagarana – Rua Cônego Amando, 286 – Centro – Mariana
Oficina de Mangá
Estudo e prática do estilo japonês de desenho para a obtenção de novos conhecimentos, capacidades e habilidades artísticas. Ensinar de forma didática a história do Mangá (desenho japonês) desde sua origem até os tempos atuais. Desenvolver no aluno segurança, criatividade e estilo, por meio de uma didática simples e precisa, para que possa desenvolver-se rapidamente no gênero. Exposição dialogada com os alunos, uso de recursos visuais, tais como mapas, revistas variadas, livros, Mangá e vídeos. Oficina com uso de quadro e acompanhamento individual, para que cada aluno possa desenvolver-se em seu ritmo.

Anderson Viana é ilustrador e professor de Mangá (HQ japonesa); atua, desde 2005, como professor de Mangá na Casa dos Quadrinhos – Escola de Artes Visuais. No mesmo período, vem participando anualmente dos eventos Anime Festival (MG) com oficinas e caricaturas. Atuou na empresa Japan Sunset como ilustrador e professor de Mangá de 1999 a 2003. Participou da realização de eventos no ramo, tais como Casa Japão Oficina de Mangá: exposições no Centro de Eventos de Londrina em 2002; Shopping Eldorado (SP): workshop de Mangá, caricaturas e exposições em 2002; SESC Itaquera (SP): workshop de Mangá, caricaturas e exposições; Inventando história em quadrinhos (ABCD-SP): oficinas de Mangá em bibliotecas e postos de leitura; AniMangá World: caricaturas; Animecon 2002: caricaturas e exposições; e Festival Internacional dos Quadrinhos (FIQ) 2005: oficina de Mangá e exposições.

Vagas: 30
Realização: 21 a 25 de julho – das 9h às 13h
Carga Horária: 20 horas
Público-alvo: jovens de 10 a 16 anos. Leitores de quadrinhos, desenhistas, simpatizantes ou qualquer pessoa interessada em conhecer mais sobre as características do Mangá.
Material do aluno: fornecido pela organização do Festival
Valor da inscrição: R$ 30,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 22,00
Local: Escola Estadual Dom Pedro II – Ouro Preto
Oficina Meio Ambiente Estética e Arte em pedra sabão
Oficina de capacitação para o aprimoramento estético e adequação ambiental no trabalho em pedra sabão.  Inclui informações sobre o uso do selo de qualidade nas peças e sensibilização para as potencialidades de mercado, restrições legais, associativismo e condições de trabalho. Haverá explanação sobre a origem geológica da pedra sabão e o histórico de seu uso por Aleijadinho. Haverá, também, informações sobre a produção e alta demanda de subprodutos da pedra sabão, como a massa plástica, além das possibilidades de outros trabalhos de arte a partir do pó do esteatito. Serão produzidas peças com esse material.  Destina-se a artesãos de pedra sabão reconhecidos nas comunidades e a eventuais pessoas externas caso as vagas não sejam preenchidas na sua totalidade pelos artistas locais. No caso de Santa Rita de Ouro Preto haverá prioridade para os jovens artesãos.

 
Wanderson Parma – O Tuca Parma de Ouro Preto, escultor na arte de pedra-sabão, madeira, e Biscuit pela FAOP fez cursos de História da Arte, escultura e cerâmica. Em Ouro Preto ministrou oficinas de arte na Semana de Aleijadinho em 2006 e em Mariana sobre reciclagem e produção de arte a partir de material reciclado, com ênfase no biscuit. Em 2007 expôs seu trabalho na Galeria da região dos Lagos em Búzios – RJ. Foi homenageado na semana de Aleijadinho no mesmo ano e pelo reconhecimento de seu trabalho artístico e ecologicamente correto foi escolhido pela Tribuna Livre de Ouro Preto a presentear o Ministro da Cultura Gilberto Gil em 2007. Atualmente possui um ateliê no centro de Ouro Preto, próximo à Feira de Pedra Sabão.

Haverá a participação dos alunos da PET-Geologia da UFOP e de técnicos da Agenda 21 Local na capacitação sobre o selo de qualidade.

 Vagas: 20
Realização: 21 e 22 de julho das 13 às 17 horas
Carga horária: 8 horas
Público-alvo: Artesãos que trabalham com pedra sabão, jovens cujas famílias são artesãos, público em geral
Material do aluno: será fornecido pela organização do Festival
Valor da inscrição: Livre de taxas
Local: Salão da Banda Santa Rita de Ouro Preto- Rua São Vicente, 71 A
Centro de Santa Rita   
Paisagem Ambulante

Essa oficina será feita em vários ambientes do campus da UFOP em Mariana, ocupando tanto uma sala de aula quanto espaços ao ar livre no entorno do prédio. Essa ocupação, que chamamos de geo-ocupação, se torna uma extensão do espaço educativo e liga-se ao objetivo de privilegiar a percepção das pessoas sobre uma área verde de grande importância ecossistêmica.

Thiago de Araújo Costa é graduado em Geografia – bacharelado e licenciatura – pela Universidade Federal de Uberlândia (2002/2006). Entre 2000 e 2004, integrou o grupo “Maria do Silêncio Engenho Dança”, trabalhando como criador-intérprete nos espetáculos “Todas as festas de amanhã” (2000), “As caixas de Bernarda Alda” (2001/2002) – Prêmio Incentivo do XVI Festival de Dança do Triângulo, Mostra Uberlândia) entre outras. Em 2006, apresentou junto da Cia. o espetáculo “Co-lírios”, co-produzido pelo Fórum Internacional de Dança (FID, 2006). Participou do Festival Internacional de Dança em Paisagens Urbanas (SP, 2007) e do 8º Festival de Cenas Curtas do Galpão (BH, 2007). Participa de um coletivo de 22 artistas no projeto da exposição Multiparidades, que acontecerá no Palácio das Artes no mês de setembro.

Maurício Leonard de Souza graduou-se em Arquitetura e Urbanismo pela UFMG, onde é mestrando. Entre 1998 e 2004, graduou-se em dança contemporânea com Dudude Herrmann, tendo formação circense na Spasso – escola popular de circo em BH. Em 1995, criou coletivamente o IBPA – Instituto Brasileiro de Performance Arquitetura. Foi representante da dança contemporânea, em Belo Horizonte, da cartografia do Rumos Dança Itaú Cultural 2001, com a obra “O açougue”, que integrou também em 2002 o Festival Montpellierdanse, Atelier du Monde (França), participando de uma residência para criação em coreografias. Desenvolve parcerias com artistas, investigando dispositivos coreográficos e interfaces de relação entre o corpo e a arquitetura, e também pesquisas fotográficas nessas áreas; mantém diálogo com Thiago Costa e Vanilton Lakka.

Vagas: 20
Realização: 14 a 18 de julho – das 14h às 16h30min
Carga horária: 13 horas
Público-alvo: adolescentes e jovens adultos interessados em vivenciar práticas artísticas que convergem numa perspectiva sobre as paisagens locais e o meio geográfico em que habitamos.
Material do aluno: bloco de notas e caneta
Valor da inscrição: R$ 20,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 15,00
Local: Instituto de Ciências Humanas e Sociais – ICHS/UFOP – Rua do Seminário s/nº - Mariana

Paisagem, Aquarela e Desenho

A proposta da oficina é registrar, através do desenho e da aquarela, diversos aspectos da arquitetura e elementos artísticos da Igreja São Francisco de Assis, explorando e ampliando a diversidade de olhares sobre a cidade e sua paisagem; ajudar a refletir sobre a inserção desse marco na paisagem e seu valor cultural, observando sua importância no conjunto arquitetônico e urbanístico da cidade; realizar trabalhos em desenho e aquarela, a partir da visão panorâmica e dos detalhes mais sutis da ornamentação e explorar diversos materiais, suportes, referências históricas e possibilidades contemporâneas.

Marcelo Albuquerque é graduado em Artes Plásticas pela Escola de Belas Artes–UFMG, Belo Horizonte, com bacharelado em Pintura. É professor da Escola de Arte Rodrigo Melo Franco de Andrade–FAOP e cursa especialização Lato sensu em História da Arte pela PUC-MINAS.

Vagas: 15
Realização: 21 a 25 de julho – das 9h às 12h e das 14h às 17h
Carga horária: 30 horas
Público-alvo: interessados em geral, maiores de 18 anos
Material do aluno: fornecido pela organização do Festival.
Valor da inscrição: R$ 40,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 30,00
Local: Núcleo de Arte da FAOP – Praça Antônio Dias, 80 – Ouro Preto

 

Palestra - As trilhas patrimoniais em Ouro Preto e Willimasburg

"As Trilhas Patrimoniais em Ouro Preto e Willimasburg: Uma perspectiva comparativa - Brasil e Estados Unidos da América"


Manuel Ferreira Lima Filho é graduado em Geologia pela Universidade Federal do Pará, especialista em Antropologia Social pela Universidade Federal de Goiás, mestre em Antropologia pela Universidade de Brasília, doutor em Antropologia pela Universidade de Brasília e possui estágio pós-doutoral pelo The College of William and Mary (EUA), em 2007. É coordenador do mestrado profissional em gestão do patrimônio cultural e professor da Universidade Católica de Goiás. Tem experiência na área de Antropologia com ênfase em Patrimônio Cultural, Etnologia Indígena e Antropologia do Desenvolvimento, atuando, principalmente, nos seguintes temas: patrimônio cultural, antropologia, cidade-história-memória, Karajá. É pesquisador do CNPq e está desenvolvendo o projeto de pesquisa “A cidade patrimonial: memória/identidade e o tecido social”,  em Ouro Preto (MG).

Vagas: 150
Realização: 17 de julho – às 10h
Carga horária: 2 horas
Público-alvo: interessados em geral
Valor da inscrição: gratuita – por ordem de chegada no local
Local: Salão São João del-Rei - Centro de Artes e Convenções da UFOP – Ouro Preto

Pegadas

A oficina valoriza o Ano Internacional do Planeta Terra e homenageia Aleijadinho. É uma atividade de sensibilização e de posicionamento em relação ao ambiente natural, visando ensinar e comparar a pegada humana e animal, dimensionando o impacto da pegada. Ensina a fazer tinta de terra, que será feita com as crianças e eventuais pais presentes, assegurando pegadas harmônicas com o patrimônio ambiental. Haverá poesias e histórias sobre o patrimônio natural e cultural, incluindo histórias sobre Aleijadinho e sua obra, e a pegada deixada por ele na história do Brasil. Valoriza também a produção afro-brasileira a partir de Aleijadinho e os múltiplos processos culturais de relacionamento com o ambiente. Sensibiliza para a compreensão do fazer arte na natureza e estar com ela em harmonia, sem prejudicá-la. Mobiliza os sentidos para a percepção da necessidade de redução do uso intensivo dos recursos naturais e estimula a reflexão sobre a presença do ser humano no meio ambiente e deixar pegadas de baixo impacto.

Geovanne Sassá é professor de música e diretor musical do Grupo de Teatro Kabana. Dirige e atua em espetáculos teatrais e um dos criadores do grupo Tambolelê; trabalha com o fomento de uma cultura negra muito antiga, tradicional, vulnerável, tomando cuidado específico para que fique muito bem documentado. Crias do Tambolelê, os grupos Xicas da Silva e Bloco Oficina surgiram na Associação Cultural Bloco Oficina Tambolelê, criado no final de 1999. O espaço oferece, gratuitamente, oficinas de instrumentos, aulas de canto, percussão, dança afro, tai-chi-chuan e capoeira angola,  cuja metodologia de educação é usar a arte como ferramenta na área de inclusão social. Geovanne Sassá se formou em Filosofia (1998) e se especializou em Educação Musical (2005) na UFMG. É professor e colaborador na educação musical da Escola da Serra, no Instituto Educacional Rouxinol, no Colégio Loyola e no Projeto Arena da Cultura, em Belo Horizonte. Como integrante do Grupo de Percussão Tambolelê, já tocou com vários artistas, dentre eles, Milton Nascimento, Tizumba, Naná Vasconcelos e Nando Reis. Realizou diversas oficinas e shows pela Espanha, Itália, Estados Unidos, Colômbia e Marrocos.

Antonio Marcos de Paula – Tunico de Ouro Preto é um artista autodidata que vem participando de exposições, tendo presença ativa nos Festivais de Inverno de Ouro Preto e Mariana desde 1968. Recebeu várias premiações, dentre as quais se destacam a Coletiva Centro Cultural – São Paulo/Afro-Brasileira e a medalha de bronze no Salão da Faculdade São Judas Tadeu, em 1987. Participou da exposição individual na Pinacoteca do Estado de São Paulo – seu nome consta no Dicionário dos Artistas Plásticos “Júlio Lousada”, desde 1988; da Coletiva Casa dos Contos – Ouro Preto em 2005; da Mostra de Artes Plásticas no GLTA de Ouro Preto. Expõe seu trabalho na Fábrica de Chocolates de Ouro Preto e em seu ateliê – Porão das Artes – no centro de Ouro Preto.
  
Vagas: 20
Realização: 17 e 18 de julho – das 14h às 17h
Carga horária: 6 horas
Público-alvo: pessoas interessadas acima de 12 anos
Material do aluno: lanche e água
Valor da inscrição: R$ 15,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$10,00
Local: Parque Horto dos Contos – Ouro Preto

Percussão Corporal
Essa oficina se propõe a uma reflexão sobre o fazer rítmico em que o corpo será a tônica de especulações sonoras diversas. A proposta é tentar construir um jogo de possibilidades timbrísticas para se destacar a construção rítmica a partir do universo harmônico e melódico dos alunos. Objetos variados também poderão ser utilizados no intuito de proporcionar aos participantes múltiplas possibilidades de diálogos sonoros.

Kastora é natural de Ouro Preto e desenvolve atividades artísticas desde 1975. Após participar do seminário de música instrumental de 1986 em Ouro Preto, passou a atuar em diversos locais do País com grandes nomes da cena nacional, como Grupo Anima, Raul de Souza, Nico Assumpção, Orquestra HB, Celso Adolfo, Chico Saraiva, Guelo, Tião Carvalho, Chico César, Vanessa da Mata e o grupo Barbatuques. Em 1997, passou a atuar em Portugal, onde trabalhou com inúmeras bandas e grupos musicais portugueses, com destaques para Delfins, Santos e Pecadores, Pólo Norte, Maria João e Mário Laginha, Joel Xavier, Tito Paris e Dani Silva. Kastora tem o seu trabalho ligado à pesquisa, criação e à prática da percussão, que já pôde ser apreciado por diversos países, como Inglaterra, França, Polônia, EUA, Canadá, Alemanha, Moçambique, Cabo Verde, China e Japão. No Brasil, é destaque a sua participação na construção da trilha sonora do espetáculo “O país dos elefantes”, ao lado do ator Antônio Fagundes.

Vagas: 15 (Turma 1) e 15 (Turma 2)
Realização: 21 a 25 de julho – das 15h às 17h (Turma 1) e das 17h às 19h (Turma 2)
Carga horária: 10 horas
Público-alvo: interessados em geral
Material do aluno: roupas apropriadas para o trabalho corporal
Valor da inscrição: R$ 30,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 22,00
Local: Escola Estadual Dom Velloso – Ouro Preto
Mostra final: dia 25 de julho
Por onde andou Aleijadinho? Oficina Cultural Identidade Mineira

Nessa oficina, pretende-se desenvolver um estudo histórico e estético sobre as obras documentadas e atribuídas a Antônio Francisco Lisboa – o Aleijadinho, existentes nos limites do termo de Vila Rica. Será analisado o contexto social em que elas estão inseridas, os modelos que foram utilizados em sua produção, como também haverá  debate sobre o “mito” que se criou em torno de sua figura.

André Castanheira Maia, licenciado em História e pós-graduando em Cultura e Arte Barroca pela UFOP, é professor de História e Geografia da rede de educação básica na Região dos Inconfidentes. Ministra cursos e oficinas de qualificação nas áreas de turismo e patrimônio. Atua como guia de turismo em atividades pedagógicas relativas ao “estudo do meio” no circuito denominado Estrada Real. Videoasta premiado nacionalmente com o vídeo “Chico Buarque em Ouro Preto?”, realizado em parceria com Rodrigo Marra.

Vagas: 25
Realização: 14 a 19 de julho – das 8h às 12h
Carga horária: 24 horas
Público-alvo: professores da rede de ensino de Ouro Preto e Mariana, estudantes de História, Arte, Turismo e guias de turismo que atuam na prática do Turismo Pedagógico.
Material do aluno: caneta ou lápis
Valor da inscrição: R$ 30,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 22,00
Local: Escola Estadual Dom Pedro II – Ouro Preto

Por trás da Cena: Conhecendo os bastidores dos Museus de Ouro Preto

Oficina será realizada com a participação do Sistema de Museus de Ouro Preto (integrado por doze museus) e museus de Mariana: Museu Arquidiocesano de Arte Sacra, Museu da Música e Museu Casa Alphonsus de Guimaraens. A cada dia será abordado um aspecto do trabalho cotidiano do museu: organização da reserva técnica, preservação e restauração de acervo, planejamento de exposição, catalogação e informatização de coleções, aspectos administrativos e de segurança e projetos educativos e culturais.

Equipe do Sistema de Museus de Ouro Preto/Museu Arquidiocesano de Mariana/ Museu Casa Alphonsus de Guimaraens e Museu da Música, Mariana.

Vagas: 25
Período: 21 a 25 de julho – das 9h às 12h e das 14h às 17h
Carga horária: 30 horas
Público-alvo: educadores, profissionais de museus, estudantes de nível médio, estudantes universitários, profissionais de turismo, comunidade em geral.
Material do aluno: bloco de notas, caneta, bloco de desenho, lápis de cor
Valor da inscrição: R$ 30,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 22,00
Local: Museus de Ouro Preto e Mariana

1º dia - 21/07 - segunda-feira
9h às 12h - Museu de Ciência e Técnica/EM/UFOP- Praça Tiradentes, nº 20 - Centro - Ouro Preto  Tema: Museografia do Setor de História Natural  
14h às 17h - Museu Casa Guignard - Rua Direita, nº 110 - Centro - Ouro Preto 
Tema: Projeto de Pesquisa sobre o inventário e banco e banco de dados da obra de Guignard

 

Projeto Contraponto

A oficina visa apresentar o universo musical e teatral para o jovem, fomentar a cultura e a preservação do meio ambiente por meio do reaproveitamento de materiais recicláveis e reutilizáveis na confecção de instrumentos musicais. Situará a origem do material e sua relação com o patrimônio natural. Haverá uma mostra final do trabalho.

Thiago Costa é acadêmico da Universidade Federal de Ouro Preto, cursando licenciatura em Música. Arranjador, compositor, violonista e regente. Trabalhou na Oficina de Canto e Coral CEFET – Ouro Preto/MG como coralista e como assistente de regente. Atua no Projeto Contraponto e no Projeto Cultura em Rede, além de compor trilha e sonoplastia dos espetáculos da Companhia “Os Losnas”, também da cidade de Ouro Preto/MG.

Thaiz Cantasini é atriz, compositora e cantora, premiada no Festival de Composição de Minas Gerais em setembro de 2007 com as canções “Morro” e “Malandro”. Como atriz, foi indicada no Festival de Poesia em Cena, em Goiânia/GO como destaque em 2006. Oficineira no estado de Goiás, na Cia Zi-balangos, em Minas Gerais, na AACOB – Associação Amigos da Cultura de Ouro Branco com crianças especiais. Trabalha com os projetos “Cultura em rede”, “Contraponto” e  “Catavento”, da Fundação Belgo.

Vagas: 20
Realização: 9 a 15 de julho – das 13h às 17h
Carga horária: 18 horas
Público-alvo: jovens de 13 a 18 anos
Material do aluno: fornecido pela organização do Festival
Valor da inscrição: R$ 15,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 10,00
Local: Sede da Sociedade Musical São Sebastião de Passagem de Mariana 
Praça Capitão Ignácio, 44

Proteção do Patrimônio Imaterial: da teoria à prática

A oficina será organizada a partir da perspectiva de interação com o grupo, através de uma metodologia que proporcione a participação de todos. Pretendemos ainda dar subsídios para uma reflexão teórica sobre as questões ligadas ao Patrimônio Cultural, colocando em pauta as seguintes questões: Como fomentar e garantir a continuidade de estratégias preservacionistas para o Patrimônio Imaterial? Como dinamizar a articulação dos diversos componentes da Federação e as instituições da sociedade na proteção do patrimônio imaterial? Qual o papel do cidadão na preservação do patrimônio cultural brasileiro? Como fomentar os processos de identificação, documentação, proteção e promoção da diversidade de manifestações culturais? Como articular a preservação do patrimônio ao desenvolvimento urbano e regional sustentável?

Sandra Fosque é mestranda em História pela Universidade Federal de Ouro Preto e possui graduação em Arquitetura e Urbanismo. É diretora de Promoção Cultural da Prefeitura Municipal de Ouro Preto; tem experiência na área de Museologia, com ênfase em Educação Patrimonial e Projetos de Revitalização e Valorização do Patrimônio Cultural. Atuou por oito anos na Área Pedagógica do Museu da Inconfidência e, recentemente, coordenou a equipe de pesquisa que realizou o Inventário da Tradicional Produção de Doces Artesanais de São Bartolomeu, primeiro bem imaterial registrado do município.

Márcia da Massena Arévalo possui graduação em História pela Universidade Federal de Ouro Preto e experiência na área de História Cultural, atuando principalmente com os temas: patrimônio cultural – políticas públicas, memória, identidade e cultura. Foi assessora da curadoria da área de patrimônio no Festival de Inverno em 2006 e, recentemente, participou da pesquisa e escrita do Inventário da Tradicional Produção de Doces Artesanais de São Bartolomeu.

Vagas: 30
Realização: de 14 a 18 de julho – das 14h às 18h
Carga horária: 20 horas
Público-alvo: estudantes de graduação das áreas de ciências humanas, gestores públicos e interessados na questão da proteção do patrimônio.
Material do aluno: caneta ou lápis
Valor da inscrição: R$ 30,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 22,00
Local: Escola Estadual Dom Pedro II – Ouro Preto

Retrato Fotográfico

O retrato é uma das mais problemáticas áreas da prática fotográfica, pois oferece um dilema no qual a imagem supõe expressar um senso do eu interior, e, ao mesmo tempo, deve declarar seu ser em termos de história e de sociedade. O retrato fotográfico envolve uma série complexa de interações estéticas, culturais, sociais, psicológicas e se inscreve num dilema entre os mundos externo e interno, lidando com a tensão entre a ocupação social e a alma individual de cada um. A oficina propõe a realização de retratos dos habitantes de Ouro Preto, com a intenção de revelar suas identidades e seus termos de definição social. Será apresentada uma aula introdutória a respeito do assunto e sobre os fotógrafos que se dedicaram a procurar no rosto do fotografado um produto social, histórico, que contém a identidade do homem através de suas expressões, gestos, posturas, hábitos. No último dia será realizada uma apresentação coletiva com as melhores fotografias dos alunos.

Daniela Goulart é fotógrafa, mestre em Artes Visuais pela UFMG, professora de fotografia da Escola Guignard em Belo Horizonte. Realizou diversas exposições nacionais e seu trabalho está presente em importantes coleções de fotografia.

Vagas: 15
Período: 21 a 25 de julho – das 14h às 17h
Carga horária: 15 horas
Público-alvo: estudantes e interessados em fotografia e arte
Material do aluno: qualquer câmera fotográfica, amadora ou profissional
Pré-requisito: minicurrículo e cinco fotografias
Valor da inscrição: R$ 40,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 30,00
Local: Centro de Artes e Convenções da UFOP – Ouro Preto

 Pré-requisito: minicurrículo e cinco fotografias (enviar para comcine@ufop.br)

Saberes e Fazeres na Arte da Cantaria - turma Cachoeira do Brumado

A oficina pretende proporcionar aos alunos um contato direto com diferentes tipos de rochas, como o quartzito (cantaria) e a pedra-sabão, que é a matéria-prima principal do artesanato regional. A partir desse contato, mostrar as diferenças entre elas através de sua maleabilidade e seus diferentes processos de transformação, iniciando os alunos em um trabalho pedagógico, artístico e cultural.

Edniz José Reis iniciou seus trabalhos em cantaria com Mestre Juca em 1998 (oficina de cantaria realizada na FAOP); confeccionou peças em cantaria como aprendiz desse mestre para o Museu da Inconfidência (1999), participando com ele das “oficinas vivas”– Expo-Minas (1999-2000), Resgate do Artesanato Mineiro – SEBRAE – “Mestres Minas Ofícios Gerais” (2001-2002). Foi monitor do curso de Cantaria da UFOP – ministrado pelo Mestre Juca (2001, 2002 e 2003) e ministrante das oficinas do Festival de Inverno de Ouro Preto (2003 a 2006), possuindo os seguintes trabalhos: restauração da ponte do Pilar (2004), restauração do chafariz do Pilar – Ouro Preto (2006), restauração do chafariz de Dom Rodrigo Chapéu do Sol, distrito de Ouro Preto (2006), criador e executor das Oficinas Artístico-Pedagógicas de Pedra-Sabão em Passagem de Mariana (2000-2007).

Afonso Bretas é artista ouro-pretano, reconhecido por diversos trabalhos, principalmente de rua, com exposições na Sala Manuel da Costa Atayde, FAOP (1990), Alcan Alumínio do Brasil (1991), Terminal de Apoio Turístico Tancredo Neves – BH (1991), Encontro Latino-Americano de Artesões, em Porto Alegre (1991,1992, 1993, 1994), “Exposição Irmãos Bretãs: 30 anos de escultura”, Casa de Gonzaga, Ouro Preto (1991), Restaurante Calabouço, (1990) Porão Bar (1990), Cine Vila Rica (1991) e Café & Cia (1992). Confecciona troféus para diversos eventos em seu ateliê no Padre Faria, Ouro Preto, e seus trabalhos são conhecidos nacional e internacionalmente.

Vagas: 20
Realização: de 09 a 12 de julho – das 9h às 12h e das 13h30min às 17h
Carga horária: 32 horas
Público-alvo: pessoas interessadas e da comunidade do Gogô, acima de 16 anos
Material do aluno: máscara, óculos, lápis e luvas de algodão emborrachada
Valor da inscrição: R$ 20,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 15,00
Local: Associação dos Artesãos de Cachoeira do Brumado-AACB – Cachoeira do Brumado - Mariana

Saberes e Fazeres na Arte da Cantaria - turma Morro Santana - Mariana

A oficina pretende proporcionar aos alunos um contato direto com diferentes tipos de rochas, como o quartzito (cantaria) e a pedra-sabão, que é a matéria-prima principal do artesanato regional. A partir desse contato, mostrar as diferenças entre elas através de sua maleabilidade e seus diferentes processos de transformação, iniciando os alunos em um trabalho pedagógico, artístico e cultural.

Edniz José Reis iniciou seus trabalhos em cantaria com Mestre Juca em 1998 (oficina de cantaria realizada na FAOP); confeccionou peças em cantaria como aprendiz desse mestre para o Museu da Inconfidência (1999), participando com ele das “oficinas vivas”– Expo-Minas (1999-2000), Resgate do Artesanato Mineiro – SEBRAE – “Mestres Minas Ofícios” Gerais (2001-2002). Foi monitor do curso de Cantaria da UFOP – ministrado pelo Mestre Juca (2001, 2002 e 2003) e ministrante das oficinas do Festival de Inverno de Ouro Preto (2003 a 2006), possuindo os seguintes trabalhos: restauração da ponte do Pilar (2004), restauração do chafariz do Pilar – Ouro Preto (2006), restauração do chafariz de Dom Rodrigo Chapéu do Sol, distrito de Ouro Preto (2006), criador e executor das Oficinas Artístico-Pedagógicas de Pedra-Sabão em Passagem de Mariana (2000-2007).

Afonso Bretas é artista ouro-pretano, reconhecido por diversos trabalhos, principalmente de rua, com exposições na Sala Manuel da Costa Atayde, FAOP (1990), Alcan Alumínio do Brasil (1991), Terminal de Apoio Turístico Tancredo Neves – BH (1991), Encontro Latino-Americano de Artesões, em Porto Alegre (1991,1992, 1993, 1994), “Exposição Irmãos Bretãs: 30 anos de escultura”, Casa de Gonzaga, Ouro Preto (1991), Restaurante Calabouço, (1990) Porão Bar (1990), Cine Vila Rica (1991) e Café & Cia (1992). Confecciona troféus para diversos eventos em seu ateliê no Padre Faria, Ouro Preto, e seus trabalhos são conhecidos nacional e internacionalmente.

Vagas: 20
Realização: de 14 a 18 de julho – das 9h às 12h e das 13h30min às 17h
Carga horária: 32 horas
Público-alvo: pessoas interessadas e da comunidade do Gogô, acima de 16 anos
Material do aluno: máscara, óculos, lápis e luvas de algodão emborrachada
Valor da inscrição: R$ 20,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 15,00
Local: Escola Municipal Morro Santana – Rua Raimunda Bretas s/nº - Morro Santana – Mariana

Saberes e Fazeres na Arte da Cantaria - turma Passagem de Mariana

A oficina pretende proporcionar aos alunos um contato direto com diferentes tipos de rochas, como o quartzito (cantaria) e a pedra-sabão, que é a matéria-prima principal do artesanato regional. A partir desse contato, mostrar as diferenças entre elas através de sua maleabilidade e seus diferentes processos de transformação, iniciando os alunos em um trabalho pedagógico, artístico e cultural.

Edniz José Reis iniciou seus trabalhos em cantaria com Mestre Juca em 1998 (oficina de cantaria realizada na FAOP); confeccionou peças em cantaria como aprendiz desse mestre para o Museu da Inconfidência (1999), participando com ele das “oficinas vivas”– Expo-Minas (1999-2000), Resgate do Artesanato Mineiro – SEBRAE – “Mestres Minas Ofícios Gerais” (2001-2002). Foi monitor do curso de Cantaria da UFOP – ministrado pelo Mestre Juca (2001, 2002 e 2003) e ministrante das oficinas do Festival de Inverno de Ouro Preto (2003 a 2006), possuindo os seguintes trabalhos: restauração da ponte do Pilar (2004), restauração do chafariz do Pilar – Ouro Preto (2006), restauração do chafariz de Dom Rodrigo Chapéu do Sol, distrito de Ouro Preto (2006), criador e executor das Oficinas Artístico-Pedagógicas de Pedra-Sabão em Passagem de Mariana (2000-2007).

Afonso Bretas é artista ouro-pretano, reconhecido por diversos trabalhos, principalmente de rua, com exposições na Sala Manuel da Costa Atayde, FAOP (1990), Alcan Alumínio do Brasil (1991), Terminal de Apoio Turístico Tancredo Neves – BH (1991), Encontro Latino-Americano de Artesões, em Porto Alegre (1991,1992, 1993, 1994), “Exposição Irmãos Bretãs: 30 anos de escultura”, Casa de Gonzaga, Ouro Preto (1991), Restaurante Calabouço, (1990) Porão Bar (1990), Cine Vila Rica (1991) e Café & Cia (1992). Confecciona troféus para diversos eventos em seu ateliê no Padre Faria, Ouro Preto, e seus trabalhos são conhecidos nacional e internacionalmente.

Vagas: 30
Realização: 21 a 25 de julho - das 13h às 17h
Carga horária: 20 horas
Público-alvo: pessoas interessadas na arte da cantaria e pedra-sabão
Material do aluno: fornecido pela organização do festival
Valor da inscrição: gratuita – por ordem de chegada no local
Local: Galpão Arte da Terra – Rua Eugênio Eduardo Rapallo, 100 – Passagem de Mariana - Mariana

Seminário - Políticas Públicas: Conservação e Restauração em Núcleos Históricos

No ano em que o festival homenageia Aleijadinho, essa mesa-redonda se propõe a evocar os debates que acontecem ao redor das questões de conservação dos monumentos, o original versus a réplica (imitação), os benefícios da restauração, etc. O debate maior se fará sobre a polêmica da retirada dos profetas de Aleijadinho do Santuário de Bom Jesus de Matozinhos, em Congonhas, com a alegação de melhor conservação deles.
 
19/07 – Sábado
 
8h30min – Credenciamento
9h30min – Conferência "A invenção do patrimônio": Profª Drª Silvana Barbosa Rubino - UNICAMP
10h30min – Debate
 
14h às 16h15min – Mesa-redonda: Conservação e restauração: conceitos, contradições, paradoxos versus políticas públicas
14h às 15h – Angelo Oswaldo de Araújo Santos, prefeito de Ouro Preto e Patrícia Reis, representante da Unesco no Brasil
15h às 16h15min – Celso Cota, prefeito de Mariana e José Efigênio Pinto Coelho, artista plástico, restaurador e pesquisador do tema Aleijadinho
16h15min – Café com prosa
16h45min – Debate
Mediador: Gabriel Gobbi, secretário municipal de patrimônio e desenvolvimento urbano de Ouro Preto
18h – Encerramento com abertura da exposição “Doces artesanais tradicionais de São Bartolomeu: história do processo municipal de registro”
 
Degustação de doces
 
CONFERENCISTA
 
Silvana Barbosa Rubino possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (1982), mestrado em Antropologia Social pela Universidade Estadual de Campinas (1992) e doutorado em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (2002). Atualmente é professora em tempo integral (RDIDP) do Departamento de História Universidade Estadual de Campinas, trabalha na graduação e pós-graduação, e também no curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo. É coordenadora da pós-graduação em História desde março de 2006. Realizou estágio pós-doutoral na École des Hautes Études en Sciences Sociales, em Paris, sob a supervisão de Afrânio Garcia. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Antropologia Urbana, História Intelectual e História da Arquitetura Moderna, atuando principalmente nos seguintes temas: política cultural-patrimônio histórico-arquitetura, patrimônio histórico-antropologia, urbanismo- memória-história, arquitetura; urbanismo; arquitetura moderna; cultura popular. Atualmente inicia pesquisa a respeito de arquitetas do "movimento moderno", buscando vincular gênero e história da cultura. Faz parte de um projeto temático "Saberes urbanos", fianciado pela FAPESP e da Rede Brasil-Portugal de Estudos Urbanos.

 
Vagas: 150
Realização: 19 de julho – das 9h às 12h e das 14h às 18h
Carga horária: 7 horas
Público-alvo: pessoas interessadas no tema
Valor da inscrição: R$ 20,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 10,00
Local: Salão São João del-Rei – Centro de Artes e Convenções da UFOP – Ouro Preto
 

Seminário: A metrópole e o sertão

Seminário -  "A Metrópole e o Sertão: 100 anos de morte de Machado de Assis, 100 anos de nascimento de Guimarães Rosa"

O ano de 2008 concentra uma série de datas comemorativas relacionadas a importantes nomes ligados à literatura brasileira. A Curadoria de Literatura propõe a realização de eventos para homenagear dois dos talentos da cultura brasileira que são particularmente lembrados neste momento. A série  “A Metrópole e o Sertão” rende tributos a Machado de Assis e a Guimarães Rosa, nomes significativos da literatura, interligando leituras e perspectivas diferenciadas de suas respectivas obras. Os eventos congregam uma justa homenagem aos dois talentos nacionais que projetaram a literatura brasileira para além de nossas fronteiras.

09/07 – Quarta-feira
19h – Mesa-redonda: Machado de Assis, escritor cosmopolita – Marli Fantini; Raquel Beatriz J. Guimarães; Ruth Silviano Brandão

10/07 – Quinta-feira
19h – Mesa-redonda: Os sentidos da travessia nos Gerais de Rosa – Cláudia Campos Soares; Márcia M. Morais; Wagner Moreira

11/07 - Sexta-feira
19h – Mesa-redonda: O sertão mítico e a linguagem de Guimarães Rosa – Ednaldo Cândido M. Gomes; Ivana Versiani; Vera Lopes da Silva


PALESTRANTES

Marli Fantini Scarpelli, pesquisadora do CNPq, é professora de Teoria da Literatura e Literatura Comparada e Coordenadora da Câmara de Pesquisa da Faculdade de Letras da UFMG, onde foi chefe do Departamento de Teoria da Literatura e diretora do Centro de Estudos Portugueses. Dentre diversas publicações de ensaios, artigos, organizações de periódicos, destacam-se os títulos de livros a seguir: “Guimarães Rosa: fronteiras, margens, passagens” (1º lugar, Prêmio Jabuti-2005 em Teoria/Crítica); “Outras margens: a poética migrante de Guimarães Rosa” (Org.); “Machado de Assis: centenário de um imortal” (Org.) (prelo); “Portos flutuantes: trânsitos ibero-afro-americanos” (Org.); “Gênero e representação nas literaturas de Portugal e África” (Org.); “Poéticas da diversidade” (Org.); “Os centenários: Eça, Freyre, Nobre”.

Ruth Silviano Brandão possui doutorado em Estudos Literários pela Universidade Federal de Minas Gerais e pós-doutorado pela Universidade de Paris. Atualmente é professora aposentada pela Universidade Federal de Minas Gerais. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Literatura Brasileira, e Literatura Comparada, atuando principalmente nos seguintes temas: literatura, psicanálise, Machado de Assis e Lúcio Cardoso. Escritora, tradutora, autora de vários livros de ensaio, como “Mulher ao pé da letra”, “Literatura e psicanálise”, “A vida escrita”, além do romance “Para sempre amada”, um livro de contos e três de poesia. Traduziu “O nascimento da poesia: Antonin Artaud”, de Jean-Michel Rey. Continua como pesquisadora do CNPq.

Raquel Beatriz Junqueira Guimarães possui mestrado em Estudos Literários pela Universidade Federal de Minas Gerais, onde é doutoranda em Literatura Brasileira. É professora assistente da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Literatura Brasileira, atuando, principalmente, nos seguintes temas: leitura, educação fundamental, literatura brasileira e literatura infantil. Publicou o ensaio “Pedro Nava, leitor de Drummond”, em 2002.

Cláudia Campos Soares é doutora em Literatura Brasileira pela Universidade de São Paulo, onde defendeu tese sobre a novela “Campo geral”, de Guimarães Rosa. É professora de Literatura Brasileira na Universidade Federal de Minas Gerais, onde continua a desenvolver pesquisa a respeito da obra desse autor. Sobre ela, tem publicado ensaios em revistas especializadas nos últimos anos.

Márcia Marques de Morais possui mestrado em Língua Portuguesa pela Universidade Federal de Minas Gerais e doutorado em Teoria Literária e Literatura Comparada pela Universidade de São Paulo. É professora da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais e colaboradora da Academia das Idéias. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Teoria Literária, atuando principalmente nos seguintes temas: literatura e psicanálise, Guimarães Rosa, marcas da enunciação, análise do discurso e subjetividade. Em 2001, publicou o livro “A travessia dos fantasmas: literatura e psicanálise em Grande sertão: veredas”.

Wagner Moreira é mestre e doutor em Literaturas de Língua Portuguesa pela PUC-MG. Editor da Scriptum Livros e da ATO – Revista de Literatura, publicou os livros de poesia “Eu não sou Vincent Willem van Gogh” (1998), “Selêemcio” (2002), “Transversos” (2003), “Blues” (2004) e o de ensaios “A escrita como lugar de encontros” (2005). Participou da antologia poética “O achamento de Portugal” (2005), do catálogo/antologia “Terças poéticas jardins internos” (Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais, Suplemento Literário de Minas Gerais e Fundação Clóvis Salgado, 2006) e “Experiência” (Dezfaces, 2007).

Ednaldo Cândido M. Gomes foi professor de Literatura Brasileira da UFOP e atualmente é doutorando em Teoria e História Literária no Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp (CNPq). Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Literaturas de Língua Portuguesa: poesia e prosa nos séculos XIX e XX. Possui artigos publicados em periódicos brasileiros e prepara uma edição da crítica literária de Bernardo Guimarães.

Ivana Versiani doutorou-se em Língua Portuguesa pela UFMG com a tese “Os prefixos intensivos em Grande sertão: veredas”. Além da UFMG, lecionou por dois anos na Universidade de Wisconsin, Estados Unidos, e por seis na Universidade de Toronto, Canadá. É professora titular de Língua Portuguesa na UFMG, com a tese “A elaboração estilística de Sagarana”, em que compara as seis primeiras edições do livro. Publicou, em co-autoria com Nelly Novaes Coelho, o livro “Guimarães Rosa”, e colaborou no livro The Brazilian Novel, da Universidade de Indiana. Publicou numerosos artigos em revistas brasileiras e estrangeiras. Trabalha também com literatura infanto-juvenil, público para o qual publicou diversos livros, dois deles selecionados pelo Programa Nacional Biblioteca da Escola, do MEC.

Vera Lopes da Silva é graduada em Letras pela Universidade Federal de Minas Gerais com Mestrado em Literaturas de Língua Portuguesa pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, onde é professora. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Teoria Literária, atuando, principalmente, nos seguintes temas: história, narrador em esfinge.

Vagas: 150
Realização: 09 a 11 de julho – das 19h às 21h
Carga horária: 6 horas
Público-alvo: pessoas interessadas em literatura
Material do aluno: fornecido pela organização do Festival
Valor da inscrição: R$ 25,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 15,00
Local: Salão São João del-Rei – Centro de Artes e Convenções da UFOP – Ouro Preto
Cinema comentado: 10 e 11 de julho - das 21h30min às 23h30min

 

 

Seminário: Patrimônio Natural, Diversidade Humana e Sustentabilidade
Seminário: "Patrimônio Natural, Diversidade Humana e Sustentabilidade: A Contemporaneidade dos temas que Aleijadinho evoca e o Patrimônio Natural no século XXI"

A memória e a paisagem situam as pessoas. O patrimônio natural inclui as áreas de importância ecológica e histórica. Aleijadinho faz com que relembremos quem somos, de onde viemos e os desafios a serem conquistados como povo e nação. Esse seminário busca fomentar reflexões sobre alternativas sustentáveis ao passivo socioambiental resultante das atividades minerárias e de fomentar o amadurecimento de conceitos relativos a patrimônio natural e cultural, economia ambiental, princípios de precaução e restrição, relação produtiva com o ambiente e relevância da ecologia da paisagem para o bem viver coletivo. 

24/07 – Quinta-feira
9h – Credenciamento
10h – Mesa 1 – Patrimônio natural, diversidade, passivo cultural e socioambiental – Washington Novaes
14h – Mesa 2 – Mineração: Paisagem, desigualdade e oportunidades – Cláudio Scliar, Osmar Puperi, José Maria, Jeffrey Watkins, Hernani Mota Lima
17h – Mesa 3 – Patrimônio natural, saúde e cultura – O local e o global – Eduardo Jorge, Padre Marcelo Santiago, Adalgimar G. Gonçalves, Sérgio Mamberti

25/07 – Sexta-feira
13h – Credenciamento
14h – Mesa 4 – Políticas nacionais de preservação do  patrimônio natural. Existe responsabilidade com o futuro? – Camila Moreno, Nilo Diniz, Renato Quintino
17h – Palestra Magna: Patrimônio natural, diversidade humana e sustentabilidade – senadora Marina Silva

PALESTRANTES

Eduardo Jorge Martins Alves Sobrinho é médico sanitarista, foi deputado federal pelo PT de 1987 a 2002. É secretário da Secretaria do Verde e Meio Ambiente do Município de São Paulo.

Maria Osmarina Marina Silva Vaz de Lima é formada em História pela Universidade Federal do Acre; Senadora da República pelo estado do Acre; ex-ministra do Meio Ambiente de 2003 a 2008. Em 2007, Marina recebeu o maior prêmio das Nações Unidas na área ambiental: Champions of the Earth.

Washington Luís Rodrigues Novaes é jornalista brasileiro renomado, trabalha especialmente com as temáticas ambientais e indígenas. Um de seus trabalhos mais recentes foi a realização da série de documentários “Xingu - a terra ameaçada”.

Sérgio Mamberti é ator desde 1962, tendo atuado em várias peças de teatro e programas de TV. Exerce o cargo de secretário de Identidade e Diversidade do Ministério da Cultura.

Jeffrey Watkins é geólogo da University of London, especialista em mineração e em exploração de diamantes. É consultor de várias companhias de mineração de ouro e diamante.

Padre Marcelo Santiago é mestre em Teologia Moral e Bioética pela Pontifícia Universidade Lateranense, em 2001. Trabalha na Paróquia de Santa Efigênia em Ouro Preto e na Arquidiocese de Mariana.

Renato Quintino é professor da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, pós-graduado em Saúde Pública e mestre em Educação. Foi pró-reitor de Extensão da UFMG e secretário municipal de Meio Ambiente das cidades de Brumadinho e de Ribeirão das Neves. É diretor de articulação institucional da SEMAD.

José Maria é presidente da Cooperativa de Mineração de Quartzito do Taquaral, Ouro Preto, minerador, líder comunitário e ambientalista em formação.

Camila Moreno é mestre em Sociologia Rural, bolsista da CLACSO e doutoranda no CPDA, trabalha com os temas de agroenergia, transgênicos e conflitos socioambientais.

Hernani Mota de Lima é professor da Universidade Federal de Ouro Preto, doutor em Gerenciamento Ambiental pela University of Wales, em 2002. Atua na área de Engenharia de Minas.

Cláudio Scliar é geólogo formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, professor da UFMG desde 1980. É secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia.

Nilo Diniz é sociólogo com mestrado em jornalismo pela Universidade de Brasília, diretor do Conselho Nacional do Meio Ambiente, fellow do Programa LEAD-Leadership on Environment and Sustainable Development–ABDL. Entre seus artigos e suas publicações se destaca o livro “O desafio da sustentabilidade – um debate socioambiental no Brasil”, organizado com Gilney Viana e Marina Silva, pela editora Perseu Abramo.

Adalgimar G. Gonçalves é licenciado e especialista em Letras pela Universidade Federal de Viçosa. Autor de “Uma noite de recordações”, “Sonhos e outras poesias”, “O refúgio da liberdade” e “Mar de Minas”. É pesquisador de cultura afro-brasileira na Universidade Federal de Minas Gerais.

Osmar Puperi é geólogo formado pela Universidade Federal de Ouro Preto, especialista em prospecção e pesquisa mineral. É diretor gerente da Quartzito do Brasil Ltda.

Vagas: 150
Realização: 24 e 25 de julho – das 10h às 19h
Carga horária: 18 horas
Público-alvo: intergeracional e interessados    em geral
Material do aluno: bloco de anotações e caneta
Valor da inscrição: R$15,00
Local: Salão São João del-Rei – Centro de Artes e Convenções da UFOP – Ouro Preto
Singularidades: A Iconografia de Aleijadinho na Criação Cerâmica

A singularidade da iconografia presente na obra de Aleijadinho nos instiga à observação, à pesquisa e à criação. Esse processo se dará através do olhar histórico e plástico, utilizando-se como forma de registro e desenvolvimento de idéias, desenhos, anotações e fotos. Esses registros serão a base para a produção em ateliê, que se inicia na preparação da argila, passa pelas diversas técnicas de modelagem e construção de objetos, finalizando com a posterior queima. A oficina contará com a participação do professor e mestre em iconografia Alex Bohrer durante visita orientada à Igreja São Francisco de Assis, Igreja do Carmo e Igreja Bom Jesus do Matozinhos, que guardam significativas obras do mestre Aleijadinho em Ouro Preto.
 
Ilka Harry é graduada em Artes Plásticas pela Escola de Belas Artes da UFMG, em Belo Horizonte, com bacharelado em Escultura. É monitora da oficina de cerâmica do Núcleo de Arte–EARMFA–FAOP.

Liane Weynen é formada em Artes Plástica pela Escola Guignard–UEMG, com pós-graduação em Ensino e Pesquisa no Campo da Arte e da Cultura, também pela Guignard. Especializou-se em cerâmica, ministrando vários cursos e desenvolvendo seu trabalho artístico nessa linguagem. É professora da Escola de Arte Rodrigo Melo Franco–FAOP.

Vagas: 20
Realização: 21 a 25 de julho – das 9h às 12h e das 14h às 17h
Carga horária: 30 horas
Público-alvo: interessados em geral, maiores de 16 anos
Material do aluno: fornecido pela organização do Festival
Valor da inscrição: R$ 25,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 20,00
Local: Núcleo de Arte da FAOP – Praça Antônio Dias, 80 – Ouro Preto

 

Técnica de Alexander no Canto

A Técnica Alexander é uma poderosa ferramenta para o aprimoramento artístico. Hoje em dia, ela consta como disciplina dos cursos de música, teatro e dança nas melhores universidades do mundo: Julliard–NY; Royal Academy of Music–Londres; Conservatoire de Paris; Guildhall School of Music and Drama–Londres, etc). A prática dos princípios da Técnica Alexander resulta em um melhor funcionamento do mecanismo corporal, trazendo diversos benefícios como a prevenção de dores musculares, problemas articulares, dificuldades respiratórias, nervosismo excessivo antes de apresentações, problemas posturais, falta de controle muscular, diminuição de rendimento, confusão mental e maior liberdade de movimento através do aperfeiçoamento da coordenação e equilíbrio do corpo.

Izabel Padovani viveu os últimos dez anos entre Brasil e Áustria. Em 2005, a cantora voltou ao Brasil e venceu um dos mais sérios e respeitados concursos de música do País, o Prêmio Visa de Música Brasileira. Participou de projetos ao lado de músicos como Nenê, Mané Silveira, André Marques, Dante Ozzetti, Benjamin Taubkin, Nelson Ayres, Alessandro Kramer, Guinha Ramires, Marcelo Onofri, Ronaldo Saggiorato, entre outros. É professora formada pelo The Alexander Technique Teacher Trainning Centre, em Viena (2002-2005).

Gabriela Geluda, natural do Rio de Janeiro, é graduada em canto lírico pela Universidade do Rio de Janeiro; foi bolsista da Capes na pós-graduação em Música Antiga cursada na “Guildhall School of Music and Drama” de Londres, onde residiu de 1996 a 2001. Formou-se professora da Técnica Alexander pelo “Alexander Technique Studio” (1997-2000) e vem utilizando essa ferramenta como um dos pilares para o desenvolvimento artístico e técnico. Como cantora, após transitar por diferentes estilos, se especializou em música contemporânea e na exploração de inúmeras possíveis sonoridades da voz humana. Tem viajado pelo Brasil com a pocket opera “Solo” de Jocy de Oliveira.

Vagas: 20
Realização: 21 a 25 de julho – das 14h às 17h
Carga horária: 15 horas
Público-alvo: cantores e interessados na prática e técnica vocal
Material do aluno: caderno para anotações, lápis e borracha
Valor da inscrição: R$ 50,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 38,00
Local: Escola Estadual Dom Veloso – Ouro Preto
Mostra final: 26 de julho

Técnicas Circenses

Objetiva transmitir aos alunos os princípios básicos das técnicas (perna-de-pau, malabares e pirofagia), construindo os equipamentos circenses alternativos para treinamento posterior e criação de números circenses a partir das técnicas aprendidas. Técnicas: perna-de-pau; malabares: bolas, claves e argolas; pirofagia; acrobacia; construção de malabares recicláveis.

Jô Alves é atriz, palhaça e cantora; trabalhou com os grupos Stronzo, Incrível Banda e Circovolante, desenvolvendo pesquisa na linguagem da rua, do circo e do Palhaço. Em 2002 cria a Lunática, donde partiram as montagens “Reinações”, “Osquindô”, “Fabulosos”, “Meninos e monstros”, “Roda do riso” e “Todo mundo do mundo”. Compõe a Banda Osquindô e participa da criação musical e de arranjos além de ministrar oficinas nas áreas de circo e palhaço.

Vagas: 20 pessoas
Realização: 14 a 18 de julho – das 9h às 13h
Carga horária: 20 horas
Público-alvo: crianças de 12 a 15 anos
Material do aluno: roupas confortáveis que permitam a realização de movimentos
Valor da inscrição: R$ 40,00
Valor da inscrição para moradores em Ouro Preto e Mariana: R$ 30,00
Local: Tenda do Trem da Vale – Praça da Estação – Ouro Preto

Teoria e Prática do Filme Documentário

A oficina consistirá basicamente em análise e realização do filme documentário. Será dividida em dois módulos, tendo como resultado alguns documentários de curta-metragem produzidos pelos alunos, que serão exibidos ao público no último dia da oficina.

1º módulo: Exibição de clássicos do filme documentário, seguida de discussão; práticas de técnicas cinematográficas (enquadramento, luz, plano seqüência, etc.).
2º módulo: Pesquisa, produção, realização e edição de documentário.

Pedro Portella é bacharel em Cinema de Animação pela Escola de Belas Artes, UFMG; atua como editor e fotógrafo cinematográfico no Centro de Referência Audiovisual (CRAV-MG) e integra a equipe do Festival do Filme Documentário e Etnográfico – forumdoc.bh – desde 2003. Editou o documentário "Xenã Bena" (Novos Tempos), dirigido por José de Lima Kaxinawá; dirigiu e editou os documentários "Salve Maria" (2007) e "Memórias e improvisos de um tipógrafo partideiro" (2006/2007); coordenou a oficina Hunikuin do Rio Jordão, Vídeo nas Aldeias 2005-2006, e dirige as oficinas de cinema documentário do Curso de Formação Intercultural para Educadores Indígenas da UFMG (2006/2008).

Raquel Junqueira é bacharel em Comunicação Social pela Fafich-UFMG e integra, desde 2004, a equipe do Festival do Filme Documentário e Etnográfico – forumdoc.bh; dirigiu, em 2006, o filme documentário “Velha guarda do samba de Belo Horizonte” (em fase de pós-produção); Ministra oficina de audiovisual no projeto BH Cidadania da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte.; coordenou e desenvolveu oficinas de audiovisual no projeto Pontão de Cultura da UFMG; atualmente trabalha na direção de fotografia do filme "Aroeira", projeto aprovado pela Lei Municipal de Incentivo a Cultura (edital 2007).

Glaura Cardoso Vale é mestre em Literaturas de Língua Portuguesa pela PUC Minas. Integra equipe do Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte – forumdoc.bh – desde 2003; pesquisou e produziu o documentário “Acácio” (2008), dirigido por Marília Rocha e é roteirista do curta-metragem “Bárbara”, dirigido por Carlos Gradim (2007). Ministra oficina de audiovisual nos projetos BH Cidadania e Arte Livre da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte.

Frederico Sabino é bacharel em Grego Antigo pela Faculdade de Letras da UFMG e em Jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UNI-BH); integra a equipe de produção do Festival do Filme Documentário e Etnográfico – forumdoc.bh – desde 2006; trabalhou na equipe de produção do documentário “Memórias e improvisos de um tipógrafo partideiro”, dirigido por Pedro Portella em 2006; traduziu e escreveu vários artigos para periódicos acadêmicos; também publicou textos sobre literatura e cinema em jornais como O Globo, O Tempo e O Estado de Minas. 

Vagas: 20
Realização: 1º módulo: 14 a 18 de julho – das 9h às 12h e das 14h às 19h
                                            19 de julho – das 13h às 18h
                 2º módulo: 21 a 25 de julho – das 9h às 12h e das 14h às 19h
                                            26 de julho – das 13h às 19 h
Carga horária: 91 horas
Público-alvo: interessados em aprender a produzir documentários em vídeo
Material do aluno: filmadora digital (caso não possua, algumas serão disponibilizadas pelo Festival)
Valor da inscrição: R$ 70,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 55,00
Local: Centro de Artes e Convenções da UFOP – Ouro Preto

Workshop - A Intenção Dramática na Criação do Movimento - aperfeiçoamento

O movimento surge através de situações teatrais; ritmo, musicalidade e consciência corporal, temporal e espacial.

Cisco Aznar – (Espanha) é diplomado, em 1991, pela Escuela en Arte dramática y coreográfica pelo Institut del Teatre de Barcelona e escolhido para representar a Espanha no ateliê coreográfico organizado pela União Européia em Luxemburgo; tomou parte no Atelier Rudra Béjart Lausanne e participando de duas criações com o Ballet Béjart Lausanne (1992). Em 1993, participa da criação de Kurahi em Buenos Aires junto a Julio Bocca. Participou da Compagnie Nomades dirigida por Florence Faure e Serge Campardon e trabalha também com os coreógrafos Redha, Paco Decina, Carole Hermitage, Marise delante e Philippe Trehet (1994); recebeu o prêmio de melhor espetáculo do Festival de Dança do Triângulo Mineiro pelo espetáculo “Adán y Pepa” criado para o Grupo Vóretice de Uberlândia (1995). Desde 1998 dirige a Compagnie Buissonnière de Lausanne na Suíça e cria seus próprios espetáculos: Peter Funk, Bochorno, Orlando, Lunatown, Lola la Loca, Parce que je t´aime, Le vilain petit canard, Blumenkabarett y Andrógena de Minas. Recebeu o prêmio Prix Jeunes Créateurs, na categoria de dança, outorgado pela Fondation vaudoise pour la promotion et la création artistique (CFV PC A) em 2003. Criou Coppélia para o Ballet du Grand Théâtre de Genève (2006). Suas criações circularam por vários festivais internacionais, entre eles: Festival GREC de Barcelona, Festival Latinidades de São Paulo, FIT de Belo Horizonte, FILO de Londrina, Porto Alegre Em Cena, Escena Contemporánea de Madrid, Festival Virginia Woolf de Londres e Festival Berner Tanztage. Como professor, Cisco Aznar ensina dança clássica e contemporânea, além de realizar oficinas de coreografia em diversos países, entre eles Bulgária, Brasil, Suíça, França e Alemanha.

Laure Dupont – (Suíça) entra no l´Atelier Rudra Béjart em 2002, depois de se formar em dança clássica e contemporânea pelo Conservatório de Sion. Em 2004, conhece Cisco Aznar e passa a integrar a Compagnie Buissonnière, participando dos espetáculos “Parce que je t´aime”, “Le vilain petit canard ”, “Blumenkabarett” e “Andrógena de Minas”.

Jean-Philippe Guilois – França, antes de continuar sua formação no Atelier Rudra Béjart, freqüenta a Ecole de Danse no Conservatoire de Rouen-France, a Ecole de Danse Rick Odums em Paris, e a Ecole de Danse de l´Opéra de Paris. Desde  2004, trabalha na Compagnie Buissonnière e participa dos espectáculos Parce que je t´aime, Le vilain petit canard, Blumenkabarett e Andrógena de Minas.

Vagas: 20
Realização: 20 de julho – das 13h às 17h
Carga horária: 4 horas
Público-alvo: bailarinos
Material do aluno: roupa de ensaio
Valor da inscrição: R$ 30,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 15,00
Local: Escola de Minas da UFOP – Sala 18 – Praça Tiradentes, 20 - Ouro Preto

 

Workshop - Consciência corporal para a construção de personagens

A concentração é a base para começar a entender o corpo como um todo. O trabalho  parte da qualidade, do ritmo e do mimetismo para poder utilizar todo o poder de expressão que posui o movimento.

Cisco Aznar – (Espanha) é diplomado, em 1991, pela Escuela en Arte dramática y coreográfica pelo Institut del Teatre de Barcelona e escolhido para representar a Espanha no ateliê coreográfico organizado pela União Européia em Luxemburgo; tomou parte no Atelier Rudra Béjart Lausanne e participando de duas criações com o Ballet Béjart Lausanne (1992). Em 1993, participa da criação de Kurahi em Buenos Aires junto a Julio Bocca. Participou da Compagnie Nomades dirigida por Florence Faure e Serge Campardon e trabalha também com os coreógrafos Redha, Paco Decina, Carole Hermitage, Marise delante e Philippe Trehet (1994); recebeu o prêmio de melhor espetáculo do Festival de Dança do Triângulo Mineiro pelo espetáculo “Adán y Pepa” criado para o Grupo Vóretice de Uberlândia (1995). Desde 1998 dirige a Compagnie Buissonnière de Lausanne na Suíça e cria seus próprios espetáculos: Peter Funk, Bochorno, Orlando, Lunatown, Lola la Loca, Parce que je t´aime, Le vilain petit canard, Blumenkabarett y Andrógena de Minas. Recebeu o prêmio Prix Jeunes Créateurs, na categoria de dança, outorgado pela Fondation vaudoise pour la promotion et la création artistique (CFV PC A) em 2003. Criou Coppélia para o Ballet du Grand Théâtre de Genève (2006). Suas criações circularam por vários festivais internacionais, entre eles: Festival GREC de Barcelona, Festival Latinidades de São Paulo, FIT de Belo Horizonte, FILO de Londrina, Porto Alegre Em Cena, Escena Contemporánea de Madrid, Festival Virginia Woolf de Londres e Festival Berner Tanztage. Como professor, Cisco Aznar ensina dança clássica e contemporânea, além de realizar oficinas de coreografia em diversos países, entre eles Bulgária, Brasil, Suíça, França e Alemanha.

Laure Dupont – (Suíça) entra no l´Atelier Rudra Béjart em 2002, depois de se formar em dança clássica e contemporânea pelo Conservatório de Sion. Em 2004, conhece Cisco Aznar e passa a integrar a Compagnie Buissonnière, participando dos espetáculos “Parce que je t´aime”, “Le vilain petit canard ”, “Blumenkabarett” e “Andrógena de Minas”.

Jean-Philippe Guilois – França, antes de continuar sua formação no Atelier Rudra Béjart, freqüenta a Ecole de Danse no Conservatoire de Rouen-France, a Ecole de Danse Rick Odums em Paris, e a Ecole de Danse de l´Opéra de Paris. Desde  2004, trabalha na Compagnie Buissonnière e participa dos espectáculos Parce que je t´aime, Le vilain petit canard, Blumenkabarett e Andrógena de Minas.

Vagas: 20
Realização: 17 de julho – das 14h às 18 horas
Carga horária: 4 horas
Público-alvo: atores
Material do aluno: roupa confortável para o exercício físico
Valor da inscrição: R$ 30,00
Valor da inscrição para moradores de Ouro Preto e Mariana: R$ 15,00
Local: Escola de Minas da UFOP – Sala 18 – Praça Tiradentes, 20 - Ouro Preto